A Huawei acaba de lançar em Portugal o seu mais recente topo de gama dobrável, o HUAWEI Mate X7, um dispositivo que combina uma estrutura ultrafina e leve com avanços significativos na fotografia e durabilidade. O novo modelo destaca-se pela sua câmara True-to-Color, capaz de captar quase o dobro da luz em relação à geração anterior e de oferecer uma fidelidade de cor sem precedentes.
A Check Point Software acaba de anunciar o lançamento do Encrypted Archive Engine, uma solução tecnológica disruptiva que promete resolver um dos maiores desafios da cibersegurança atual: a deteção de malware escondido em ficheiros ZIP protegidos por palavra-passe. Até agora, estas ameaças eram frequentemente invisíveis para as ferramentas de segurança tradicionais, uma vez que a encriptação impedia a inspeção do conteúdo sem a respetiva chave de acesso.
A NOS e a Deloitte estabeleceram uma parceria pioneira que coloca Portugal na vanguarda da tecnologia ao aplicar, pela primeira vez a nível internacional e em contexto real, a solução Agentic AI Blueprint for Telcos. Esta colaboração foca-se na Inteligência Artificial agêntica, permitindo a criação de agentes autónomos que superam a simples execução de tarefas, sendo capazes de tomar decisões e adaptar-se em tempo real.
Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 estão a gerar um entusiasmo renovado pela atividade física, mas a Kaspersky lançou um alerta importante sobre os riscos digitais associados a esta tendência. O aumento da utilização de dispositivos de fitness, como trackers, smartwatches e anéis inteligentes, está a criar uma nova superfície de ataque para cibercriminosos interessados em dados biométricos e de geolocalização.
A Check Point Research acaba de publicar uma investigação alarmante que revela uma nova fronteira no cibercrime: o uso de Inteligência Artificial para criar canais de Comando e Controlo (C2) encobertos. Este método permite que agentes maliciosos mantenham a comunicação com sistemas infetados e exfiltrem dados, disfarçando o tráfego malicioso como interações legítimas com plataformas de IA generativa, contornando as defesas tradicionais das organizações.
A Microsoft anunciou recentemente ter alcançado um dos marcos mais ambiciosos da sua estratégia ambiental: 100% do seu consumo elétrico anual é agora suportado por fontes de energia renovável. Este feito é um pilar central da meta definida em 2020, que visa tornar a gigante tecnológica "carbono negativa" até 2030, demonstrando que é possível conciliar a expansão massiva de serviços de cloud e inteligência artificial com a responsabilidade climática.