João Fernandes
O FC Bayern acaba de dar um passo decisivo na sua transformação tecnológica ao adotar o RISE with SAP, migrando o seu núcleo operacional para a cloud. Esta decisão estratégica visa modernizar as operações digitais do clube alemão, garantindo maior agilidade, inovação contínua e uma proteção de dados robusta, preparando a instituição para os desafios de um mercado desportivo cada vez mais dependente de dados e inteligência artificial.
Um novo alerta de cibersegurança revela que grupos de hackers estão a utilizar o Microsoft Teams como vetor principal para a distribuição de malware, explorando a confiança que os utilizadores depositam nas ferramentas de colaboração interna das empresas. Esta campanha, identificada por investigadores da Truesec, utiliza técnicas de engenharia social sofisticadas para enganar funcionários e contornar as defesas tradicionais de e-mail, como o phishing convencional.
A Warpcom, integrador tecnológico de referência em Portugal, anunciou uma parceria estratégica com a Horizon3.ai, tecnológica especializada em soluções de pentesting (testes de intrusão) autónomas baseadas em Inteligência Artificial. Este acordo visa transformar a forma como as empresas portuguesas avaliam a sua segurança, substituindo os testes pontuais e manuais por uma abordagem de validação contínua e automatizada.
A Commvault, líder em resiliência unificada de dados, anunciou a expansão do seu portfólio de segurança com a introdução de novas capacidades de resiliência de identidade especificamente desenhadas para a Okta. Esta integração estratégica surge num momento crítico, em que as identidades digitais - tanto humanas como de agentes de IA e APIs - se tornaram o novo campo de batalha cibernético e o principal vetor de ataque para invasões empresariais.
O mercado de vulnerabilidades de alto nível na dark web atingiu um novo patamar de agressividade com a descoberta de um anúncio que comercializa um exploit de "dia zero" (Zero-Day) destinado às versões mais recentes do sistema operativo da Microsoft. O código malicioso está a ser vendido por um valor fixo de 220.000 dólares (cerca de 202.000 euros), um preço que reflete não só a sua eficácia, mas também a sua capacidade de contornar as defesas de segurança mais modernas implementadas no Windows 10 e Windows 11.