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A Check Point Research acaba de revelar o seu Brand Phishing Ranking referente ao primeiro trimestre de 2026, e a Microsoft continua a ser o alvo predileto dos cibercriminosos. A gigante de Redmond liderou a tabela com uns expressivos 22% de todas as tentativas de phishing registadas a nível global. O pódio fica completo com a Apple (11%) e a Google (9%), seguidas de perto pela Amazon (7%). De forma alarmante, apenas estas quatro marcas de topo foram responsáveis por quase metade de todos os ataques de usurpação de identidade observados durante os primeiros três meses do ano.

O mercado de vulnerabilidades de alto nível na dark web atingiu um novo patamar de agressividade com a descoberta de um anúncio que comercializa um exploit de "dia zero" (Zero-Day) destinado às versões mais recentes do sistema operativo da Microsoft. O código malicioso está a ser vendido por um valor fixo de 220.000 dólares (cerca de 202.000 euros), um preço que reflete não só a sua eficácia, mas também a sua capacidade de contornar as defesas de segurança mais modernas implementadas no Windows 10 e Windows 11.

A Kaspersky emitiu um alerta sobre como a utilização de inteligência artificial generativa por cibercriminosos está a apagar as "impressões digitais" humanas que tradicionalmente permitiam a atribuição de ataques. Ao gerar código, e-mails de phishing e conteúdos operacionais de forma neutra e padronizada, a IA elimina erros linguísticos distintivos e padrões específicos de programação, dificultando o trabalho dos analistas de segurança.

A PcComponentes, uma das maiores retalhistas de informática e tecnologia, está no centro de uma polémica de cibersegurança após o anúncio de um alegado ataque informático. Segundo as informações iniciais, a base de dados da empresa terá sido comprometida, resultando na exposição de informações sensíveis de aproximadamente 16,3 milhões de clientes.

A Nissan North America confirmou recentemente um incidente de segurança que resultou na exposição de dados pessoais de aproximadamente 21.314 clientes. A falha não ocorreu diretamente nos sistemas centrais da construtora automóvel, mas sim através de um fornecedor externo de serviços de software. Este incidente reforça os alertas sobre a vulnerabilidade das cadeias de abastecimento digitais, onde a segurança de uma grande empresa depende frequentemente de terceiros.

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