“A popularidade dos sites de redes sociais torna-os alvos vulneráveis para os cibercriminosos. Em vez de presenciarmos ameaças distribuídas através de anexos de email, verificamos cada vez mais a existência de ameaçassem links da Web 2.0, muitos deles nas redes sociais. Como estes sites são cada vez mais inovadores e interactivos, prevemos novas falhas de segurança e ataques relacionados com o cibercrime”, salienta Filipe Rolo Director de Vendas da Trend Micro em Portugal.
Conclusões do estudo:
- No Reino Unido, a percentagem de utilizadores que têm visitado sites de redes sociais enquanto ligados à rede corporativa cresceu significativamente de 11% em 2007, para 27% em 2008. Na Alemanha, o crescimento aumentou de 9% em 2007 para 13% em 2008;
- Nos EUA, Reino Unido e Alemanha, o número de utilizadores que navega nas redes sociais através das redes corporativas aumenta mais rapidamente nas grandes empresas do que nas pequenas e médias empresas (PMEs);
- Em oposição, os utilizadores japoneses das PMEs são mais propensos a aceder a sites de redes sociais através da rede corporativa do que os seus homólogos nas grandes empresas;
- Nos EUA, Reino Unido e Alemanha, os trabalhadores móveis estão mais predispostos a visitar sites de redes sociais do que os colaboradores fixos;
- Na globalidade e de acordo com o estudo, 45% dos utilizadores afirmam que enviam informação confidencial por email, a aplicação mais comum e usada na Web 2.0. Na Alemanha, mais de metade dos utilizadores usa o Webmail para o envio de informação corporativa;
- Desde 2007 a 2008, a percentagem de utilizadores móveis que admitiram ter enviado informação confidencial via Webmail cresceu significativamente no Reino Unido (30% em 2007 e 49% em 2008) e na Alemanha (51% em 2007 e 64% em 2008);
- Os utilizadores japoneses estão mais predispostos, do que os utilizadores dos outros países, a gastar mais de uma hora nas aplicações da Web 2.0, utilizando a rede corporativa ou enquanto trabalham remotamente.
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