Não é a primeira vez que os cibercriminosos fixam o seu objetivo de ataque em eventos desportivos e o Mundial de Futebol do Brasil, que se celebra este Verão, não vai seguramente ser exceção. Este importante certame desportivo começa em Junho e os cibercriminosos já deitaram mãos à obra para obter o maior benefício possível.

 

De acordo com a Kaspersky Lab, o principal objetivo dos cibercriminosos é chamar a atenção dos adeptos do futebol que compram bilhetes para os jogos na Internet e já começaram a engendrar ataques de phishing específicos para este fim, enviando emails com anexos ou links maliciosos.

 

 

Os utilizadores que cliquem nestes links ou abram os anexos verão o seu equipamento infetado por malware, que os redireciona para una página web falsa em que os cibercriminosos poderão roubar a sua informação pessoal, como dados de cartões de crédito ou credenciais de acesso á banca online. Segundo David Emm, analista sénior de Kaspersky Lab, já foram bloqueadas entre 40 e 50 páginas web fraudulentas só no Brasil. Na maioria dos casos, tratou-se de ataques de phishing, falsas ofertas ou páginas web fictícias para aquisição de bilhetes online para os jogos do campeonato.


 

Como proteger-se das burlas online:

 

É imperativo estar sempre em alerta face a este tipo de perigo. Ninguém está imune às fraudes online, pelo que é necessário ter em conta alguns conselhos muito úteis:

 

  • Ao abrir um email, comprovar sempre que o remetente é conhecido. Se não for, convém ter cuidado porque provavelmente se trata de um email de spam ou de phishing;

 

  • Embora um email pareça vir de uma fonte oficial ou de uma organização legítima, não devemos ainda assim baixar a guarda. Se a mensagem parece suspeita, é melhor não confiar, porque nem todos os cibercriminosos criam mensagens mal escritas e claramente falsas. Em caso de dúvida, o melhor é não abrir a mensagem e contactar diretamente a organização em causa para pedir mais informação;

 

  • Ter muito cuidado se alguém lhe pedir dinheiro ou demasiada informação pessoal, sobretudo dados de cartão de crédito ou da conta bancária.

 

  • Se uma oferta parece demasiado boa para ser real, é porque realmente não o é.

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Ler 966 vezes Modificado em Mar. 21, 2014
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