O OpenOffice.org anunciou que a última versão da suite corrige 6 falhas de segurança, quatro delas podem permitir a execução remota de código malicioso, sendo que as restantes podem permitir a entrada no sistema do utilizador sem passar pelos sistemas de autenticação.
As quatro falhas que permitem a execução remota de código apresentam problemas na utilização de ficheiros XPM e GIF. A organização alerta que os hackers podem esconder os seus códigos em ficheiros ODF.
De acordo com o estudo CA Channel Index 2010, hoje divulgado, aproximadamente três quartos dos parceiros portugueses inquiridos (73%) prevê que o cenário económico vai melhorar este ano, comparando com os apenas 8% que pensam que vai deteriorar-se.
O CA Channel Index também mostra que os parceiros da CA em Portugal prevêem um aumento dos orçamentos dedicados às TI no corrente ano, com 42% aguardarem que esta situação se verifique. De referir que o Index apresenta este ano um cenário bem mais positivo do que em 2009, quando 63% dos orçamentos de TI foram mais reduzidos do que em 2008.
Segundo revelou um porta-voz da Intel, não existem relações directas entre os ataques efectuados à Google e a Intel, em virtude de ambos ataques terem acontecidos em alturas diferentes.
Segundo Chuck Mulloy, o porta-voz da empresa, os ataques tinham como objectivo ganhar acesso aos sistemas da empresa e foram efectuados «muito regularmente».
O iPad dispensa apresentações, aliás têm sido desde o inicio do ano um dos produtos mais falados no mundo inteiro. No entanto o mesmo não acontece com o uPad, que é revelado hoje pelo pessoal do Engadget.
Segundo o popular site, este uPad é nada mais nada menos que um carregador sem fios desenvolvido pelos laboratórios da Microsoft Research Asia. Sabe-se que é um prototipo desenvolvido em Março do ano passado e que só agora chegaram à Internet as primeiras informações.
Assim, e já a partir do próximo mês de Abril, vai ser possível adquirir os novos Wireless Mouse 2000, Wireless Mobile Mouse 3500 e Comfort Mouse 4500, todos com BlueTrack e com preços que vão variar entre os 25 e os 30 dólares.
O caso contra estes quatro executivos deu entrada em 2006, pela mão da Vivi Down, uma organização que defende os direitos das pessoas com Síndrome de Down e levantou algumas questões na altura, devido a questões de censura.
A Google já revelou que pretende recorrer da decisão.