São apresentadas seis possibilidades:
1. Quem tem um iPhone e quer usar os serviços de outro operador, que não a AT&T. Isto, independentemente de ter efecctuado o desbloqueio ou ter tido problemas com a actualização.
2. O iPhone teve problemas após a instalação do update.
3. A Apple negou-se a consertar o iPhone porque o utilizador desbloqueou o aparelho ou instalou nele um software de terceiros.
4. O utilizador pagou uma taxa de cancelamento a outra operadora quando adquiriu o iPhone e assumiu o contrato com a AT&T.
5. O utilizador pagou contas de roaming ao usar o iPhone em viagem para fora dos EUA.
6. O utilizador pagou uma garantia a outra empresa em relação ao iPhone porque a Apple cancela a garantia dos aparelhos desbloqueados.
Aparentemente, os advogados descobriram um nicho de mercado no sucesso do iPhone e devem ter encontrado brechas na lei que lhes permitem tentar sacar algum dinheiro à empresa de Steve Jobs.
1. Quem tem um iPhone e quer usar os serviços de outro operador, que não a AT&T. Isto, independentemente de ter efecctuado o desbloqueio ou ter tido problemas com a actualização.
2. O iPhone teve problemas após a instalação do update.
3. A Apple negou-se a consertar o iPhone porque o utilizador desbloqueou o aparelho ou instalou nele um software de terceiros.
4. O utilizador pagou uma taxa de cancelamento a outra operadora quando adquiriu o iPhone e assumiu o contrato com a AT&T.
5. O utilizador pagou contas de roaming ao usar o iPhone em viagem para fora dos EUA.
6. O utilizador pagou uma garantia a outra empresa em relação ao iPhone porque a Apple cancela a garantia dos aparelhos desbloqueados.
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Advogados da Califórnia estão a aconselhar os seus clientes a processar a Apple por causa do iPhone.