Este ano, o Dia da Internet Segura irá focar-se no tema “não é um jogo, é a tua vida,” que sublinhará o facto de que, se as crianças passam grande parte do tempo em sítios de redes sociais, partilhando vídeos ou fotografias ou utilizando jogos online, as coisas que partilham e dizem podem ter consequências profundas.
Patrícia Fernandes, Responsável pelas Áreas de Relações Públicas e Cidadania da Microsoft em Portugal afirmou a propósito que “com a proliferação das redes sociais, o problema da segurança online torna-se mais importante do que nunca. A maioria dos pais compreende a importância de falar com os filhos sobre os riscos inerentes à actividade online, mas, à medida que o panorama online continua a evoluir, é necessário que os pais permaneçam alerta e activamente envolvidos. Na Microsoft, empenhamo-nos em oferecer aos pais mecanismos para proteger os filhos e isto significa colocar ao seu dispor as ferramentas tecnológicas certas, bem como apoiar pais e professores na educação das crianças.”
Um inquérito realizado no portal MSN.pt pela Microsoft Portugal em Janeiro e divulgada hoje abordou as atitudes e os comportamentos de pais e filhos (com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos) no que respeita à segurança online. O inquérito revelou que os pais estão conscientes dos potenciais perigos online, sendo que 93% afirmaram já ter falado com os filhos sobre estes problemas e 66% comparam a importância deste tema à necessidade de conversar com os filhos sobre sexo.
No entanto, enquanto 59% dos pais utilizam restrições de acesso online ou software de filtragem, quase metade (41%) não toma quaisquer medidas para limitar ou controlar a utilização da Internet em casa por parte dos filhos. Por outro lado, embora conversem sobre o assunto, nem sempre os pais fazem perguntas e ouvem: 38% não sabem se os filhos estão a limitar o seu acesso aos respectivos sitios de redes sociais. Além disso, mais de um terço dos pais (41%) que responderam não monitoriza, de todo, as actividades online dos filhos, deixando-os expostos a vários perigos potenciais.
O estudo revelou ainda que as crianças podem estar mais familiarizadas com a tecnologia do que os pais, sendo que 81% das crianças portuguesas permite o acesso às respectivas páginas de redes sociais apenas a amigos e familiares (34%) ou utilizam definições de privacidade para limitar o acesso (47%). 36% admite aceder a Web sites ou utilizar jogos online com os quais os pais, provavelmente, não concordariam e 62% apagam (16% sempre), (17% regularmente) ou já apagaram (29%) o histórico ou a cache do navegador para impedir que os pais visualizem a sua actividade online.
Sem surpresas, muitas crianças portuguesas apresentam comportamentos de risco e mais de um terço (39%) já mentiu online quanto à idade, quase metade (42%) já foram contactadas por estranhos, 72% respondeu por curiosidade e apenas 3% contaram a alguém mais velho em quem confiam, por exemplo, um dos pais ou um professor. 15% das crianças admitiram também já ter comunicado algo através de uma rede social com o intuito de ofender ou intimidar outra pessoa, dizendo algo que dificilmente diriam cara a cara.
Patrícia Fernandes referiu que “por norma, os jovens estão razoavelmente bem familiarizados com a tecnologia, mas esta competência pode ter um efeito negativo, uma vez que pode levar os pais a pensar que os filhos não precisam de aconselhamento ou acompanhamento continuado no que respeita ao comportamento online. Contudo, as crianças não conseguem avaliar as implicações a longo prazo da informação que partilham online, pelo que é extraordinariamente importante que os pais permaneçam activamente envolvidos, conversando regularmente com os filhos e utilizando as ferramentas tecnológicas de restrição de acesso que lhes são disponibilizadas.”
Um inquérito realizado no portal MSN.pt pela Microsoft Portugal em Janeiro e divulgada hoje abordou as atitudes e os comportamentos de pais e filhos (com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos) no que respeita à segurança online. O inquérito revelou que os pais estão conscientes dos potenciais perigos online, sendo que 93% afirmaram já ter falado com os filhos sobre estes problemas e 66% comparam a importância deste tema à necessidade de conversar com os filhos sobre sexo.
No entanto, enquanto 59% dos pais utilizam restrições de acesso online ou software de filtragem, quase metade (41%) não toma quaisquer medidas para limitar ou controlar a utilização da Internet em casa por parte dos filhos. Por outro lado, embora conversem sobre o assunto, nem sempre os pais fazem perguntas e ouvem: 38% não sabem se os filhos estão a limitar o seu acesso aos respectivos sitios de redes sociais. Além disso, mais de um terço dos pais (41%) que responderam não monitoriza, de todo, as actividades online dos filhos, deixando-os expostos a vários perigos potenciais.
O estudo revelou ainda que as crianças podem estar mais familiarizadas com a tecnologia do que os pais, sendo que 81% das crianças portuguesas permite o acesso às respectivas páginas de redes sociais apenas a amigos e familiares (34%) ou utilizam definições de privacidade para limitar o acesso (47%). 36% admite aceder a Web sites ou utilizar jogos online com os quais os pais, provavelmente, não concordariam e 62% apagam (16% sempre), (17% regularmente) ou já apagaram (29%) o histórico ou a cache do navegador para impedir que os pais visualizem a sua actividade online.
Sem surpresas, muitas crianças portuguesas apresentam comportamentos de risco e mais de um terço (39%) já mentiu online quanto à idade, quase metade (42%) já foram contactadas por estranhos, 72% respondeu por curiosidade e apenas 3% contaram a alguém mais velho em quem confiam, por exemplo, um dos pais ou um professor. 15% das crianças admitiram também já ter comunicado algo através de uma rede social com o intuito de ofender ou intimidar outra pessoa, dizendo algo que dificilmente diriam cara a cara.
Patrícia Fernandes referiu que “por norma, os jovens estão razoavelmente bem familiarizados com a tecnologia, mas esta competência pode ter um efeito negativo, uma vez que pode levar os pais a pensar que os filhos não precisam de aconselhamento ou acompanhamento continuado no que respeita ao comportamento online. Contudo, as crianças não conseguem avaliar as implicações a longo prazo da informação que partilham online, pelo que é extraordinariamente importante que os pais permaneçam activamente envolvidos, conversando regularmente com os filhos e utilizando as ferramentas tecnológicas de restrição de acesso que lhes são disponibilizadas.”
{mosgoogle}
Enquanto 34% dos pais em Portugal têm o computador na sala de estar para limitar a utilização da Internet por parte dos filhos, outro terço (31%) dos pais em Portugal não toma quaisquer medidas para limitar ou controlar a utilização da Internet em casa por parte dos filhos (em comparação com a média de 26% na Europa, África e Médio Oriente) .