João Fernandes

João Fernandes

A Sony acabou de reforçar o seu ecossistema dedicado ao gaming com a expansão da linha INZONE. A marca nipónica anunciou a chegada de dois novos produtos de peso: os auscultadores de abertura traseira INZONE H6 Air e o monitor ultrarrápido INZONE M10S II. Com um foco claro na imersão acústica e no desempenho de nível competitivo, estes novos lançamentos, desenvolvidos em estreita colaboração com a famosa equipa de eSports Fnatic, prometem responder às elevadas exigências dos jogadores profissionais e entusiastas.

A Philips expandiu a sua popular série de monitores gaming Evnia 5000 com o lançamento do novo modelo 27M2N5201P. Este equipamento foi desenhado especificamente para responder às exigências dos jogadores competitivos que não abdicam de taxas de atualização extremamente elevadas, preferindo manter a resolução Full HD para garantir o máximo desempenho gráfico dos seus computadores. Com um foco claro na clareza de movimento e na fluidez visual, esta nova proposta promete elevar a imersão nos títulos de ritmo mais acelerado.

O aumento dos riscos no ambiente digital levou à criação de uma nova e importante ferramenta de apoio em Portugal. Perante um crescimento alarmante de 39% nos casos de cibercrime reportados à Linha Internet Segura (LIS) no último ano, com especial destaque para o aumento de burlas e extorsão, o consórcio do Centro Internet Segura lançou um novo chatbot alimentado por Inteligência Artificial. Este assistente virtual foi concebido para oferecer uma resposta imediata, segura e totalmente confidencial a vítimas de violência digital, assumindo-se como um primeiro ponto de contacto vital.

A ESET, líder europeia em cibersegurança, aproveitou o palco da RSA Conference (RSAC) 2026 para anunciar um novo e ambicioso conjunto de funcionalidades de proteção focadas na Inteligência Artificial. Com lançamento oficial agendado para o final deste ano, esta nova tecnologia foi desenhada para salvaguardar a forma como os colaboradores interagem diariamente com ferramentas de IA. A abordagem da empresa foca-se em proteger todo o ciclo de vida destas interações, mitigando os riscos emergentes que surgem com a adoção acelerada de assistentes inteligentes e da chamada IA agêntica dentro das redes corporativas.

As empresas encontram-se num ponto de viragem crítico na adoção de Inteligência Artificial (IA), pressionadas a abandonar a fase de mera experimentação para integrarem de forma profunda esta tecnologia no coração das suas operações. As conclusões constam da edição de 2026 do estudo The State of AI in the Enterprise: The Untapped Edge, conduzido pela Deloitte, que revela um desfasamento entre o ritmo de adoção de novas tecnologias e a verdadeira transformação estrutural dos negócios. Atualmente, a grande maioria das organizações limita-se a utilizar a IA para melhorar a eficiência e automatizar tarefas básicas, sendo raras as que estão a aproveitar este momento para redesenhar modelos de negócio e funções laborais.

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