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A Universidade do Minho, no âmbito da aliança europeia Arqus, vai lançar o mestrado conjunto em Cibersegurança Internacional e Ciberinteligência, sendo o primeiro semestre na Universidade de Pádua (Itália), o segundo na de Vilnius (Lituânia), o terceiro na de Granada (Espanha) e o quarto na UMinho, para a dissertação e a semana de graduação.

As candidaturas às 30 vagas estão abertas até 15 de maio, em arqus-alliance.eu. O curso, em inglês, inicia em outubro e presta formação especializada na área, tendo forte envolvimento da indústria e incluindo bolsas de mobilidade.

As soluções de cibersegurança são a salvaguarda silenciosa da nossa sociedade, assegurando o bom funcionamento das economias, das empresas e das infraestruturas críticas que mantêm o mundo a funcionar. Embora associemos muitas vezes estas soluções à proteção contra violações de dados e ciberataques, um aspeto que permanece relativamente pouco conhecido é a medida em que também asseguram o futuro sustentável do nosso planeta como um todo. Desde a monitorização das alterações ambientais e a previsão de catástrofes naturais até à proteção dos sistemas de satélites que localizam asteróides, a cibersegurança desempenha um papel fundamental para nos manter a salvo de potenciais catástrofes. A Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de plataformas de segurança cibernética alimentadas por IA e entregues na cloud, sensibiliza assim para este aspeto invisível, mas crucial, da cibersegurança.

Os dados são uma pedra basilar para o funcionamento das empresas hoje em dia e o ransomware é um dos meios mais eficazes de criar este impacto disruptivo nas empresas, tornando-se na principal ameaça à cibersegurança das empresas. Perder o controlo de informação confidencial pode provocar danos irreversíveis às empresas, podendo comprometer a sua estrutura e continuidade das operações.

Torna-se imperativo assegurar uma estrutura de cibersegurança robusta, que reduza a possibilidade de roubo ou perda de dados. Para uma estratégia de defesa eficaz, é importante reforçar toda a estrutura de uma empresa com cibercompetências, seja com conhecimentos sobre dispositivos eletrónicos, redes, cibersegurança, sistemas de comunicação ou análise de dados, entre outros.

Mais de 70% das empresas pagam mais de 100 mil dólares anuais em formação adicional para manter atualizadas as competências dos seus colaboradores em cibersegurança, revela um estudo recente da Kaspersky. No entanto, as empresas inquiridas também destacaram a falta de cursos relevantes nas ofertas educativas e afirmaram que a formação nem sempre lhes traz o resultado esperado.

No recente estudo da Kaspersky, "The portrait of the modern Information Security professional", abordou-se o tópico da escassez global de profissionais de cibersegurança, analisando as razões exatas pelas quais as empresas carecem de especialistas e identificando as formas como avaliam e melhoram as suas competências.

À medida que o calendário desportivo mundial se aproxima dos tão aguardados Jogos Olímpicos de Paris e do EURO 2024 na Alemanha, a Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de plataformas de segurança cibernética baseadas em IA e fornecidas na cloud, alerta para a sombra sinistra que ameaça prejudicar estes espetáculos. A tendência de ciberataques a eventos desportivos aumentou drasticamente, com um aumento de 20 vezes nos ataques aos Jogos Olímpicos de 2012 a 2021, culminando num número impressionante de 4,4 mil milhões de ataques durante os jogos de Tóquio. Da mesma forma, o Campeonato do Mundo de 2022 testemunhou um fluxo de e-mails de phishing, sublinhando uma maré crescente de ameaças cibernéticas que o mundo do desporto tem de enfrentar.

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