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Os especialistas da Kaspersky realizaram uma pesquisa sobre a capacidade do ChatGPT para detetar ligações de phishing. Embora o bot já tenha demonstrado anteriormente a capacidade de criar e-mails de phishing e escrever malware, a sua eficácia na deteção de links maliciosos era limitada. O estudo revelou que, embora o ChatGPT saiba muito sobre phishing e possa adivinhar o alvo de um ataque, apresentou uma taxa de falsos positivos de até 64%, dando falsas explicações e provas para justificar as decisões.

Os cibercriminosos oferecem continuamente serviços maliciosos na darkweb, incluindo a criação de deepfakes. Estes não representam apenas um risco para a reputação e privacidade de uma pessoa, mas, também, um perigo para as suas finanças. As ofertas vão desde a criação de deepfakes pornográficos para vingança, até à simulação de ‘criptostreams’ destinadas a serem utilizadas em fraudes com criptomoedas. O custo destes vídeos deepfake varia entre os 300 e os 20.000 dólares por minuto.

Os cibercriminosos estão em constante evolução, procurando e desenvolvendo novas formas de comprometer pessoas e empresas. A Kaspersky analisou métodos de infeção pouco comuns e descobriu uma variante do Rapperbot, um worm baseado na botnet Mirai, que infecta dispositivos IoT para lançar ataques de negação de serviço (DDoS) contra alvos não-HTTP. Os especialistas também analisaram o Rhadamanthys, um malware de roubo de informação, e o CUEMiner, um malware de código aberto distribuído presumivelmente através do BitTorrent e do One Drive.

A Kaspersky anunciou o lançamento da atualização da aplicação móvel Kaspersky Safe Kids. As principais atualizações centram-se no novo design e interface da aplicação, bem como em novas funcionalidades, como dicas para proporcionar aos pais as melhores definições e para tirar o máximo partido da aplicação. O Kaspersky Safe Kids tem, também, um novo ecrã inicial para crianças.

Os peritos da Kaspersky descobriram um tipo de ciberataque que recorre a uma vulnerabilidade zero-day no Common Log File System (CLFS) da Microsoft. Um grupo de cibercriminosos utilizou um exploit desenvolvido para diferentes versões do sistema operativo Windows, incluindo o Windows 11, e tentou implementar o ransomware Nokoyawa. A Microsoft atribuiu a identificação CVE-2023-28252 a esta vulnerabilidade e corrigiu-a no âmbito da Patch Tuesday.

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