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Hoje em dia, são várias as pessoas que dependem dos seus dispositivos móveis para aceder à internet e levar a cabo atividades online. Portanto, perder um deles às mãos de um hacker acarreta consequências mais graves do que nunca. Por exemplo, 68% dos portugueses inquiridos admite aceder regularmente à internet no seu a smartphone e 35% utiliza frequentemente um tablet para se conectar.

As aplicações são desenvolvidas para facilitar a vida dos utilizadores e tornar as transações mais convenientes. Este conceito transformou-se e evoluiu com o aparecimento das aplicações de partilha (“sharing”), que tornam diferentes serviços - deste entrega de refeições a táxis e partilha de carro – mais baratos e eficientes. Mas, enquanto as aplicações de car sharing são inestimáveis para aqueles com baixos rendimentos, já que eliminam a necessidade de pagar por um veículo e pela sua manutenção, são ao mesmo tempo um fator de risco para os seus utilizadores e fabricantes.

Os mineiros de criptomoedas são, atualmente, uma tendência recorrente no mundo de cibersegurança. Este software especialista em mineração cria novas moedas recorrendo à energia do computador ou de outros dispositivos móveis da vítima.

Uma sofisticada ciberoperação com o nome de código Dark Tequila tem atacado utilizadores no México nos últimos cinco anos, ao roubar credenciais bancárias, pessoais e dados corporativos através de um malware que pode movimentar-se através do computador da vítima, mesmo sem estar conectado.

O fenómeno das criptomoedas e o aumento de um público interessado no mesmo nunca passaria despercebido aos hackers. Para atingir os seus objetivos maliciosos, os hackers recorrem a clássicas técnicas de phishing que vão além dos típicos cenários utilizados anteriormente. Inspirando-se nos investimentos ICO (Initial Coin Offering – Oferta de Moeda Inicial) e na distribuição gratuita de criptomoedas, os hackers conseguem beneficiar igualmente de investidores de criptomoedas e novatos.

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