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A ESET descobriu uma vulnerabilidade que afeta as ligações Wi-Fi e que coloca em risco mais de mil milhões de dispositivos em todo o mundo, incluindo equipamentos fabricados pela Apple (iPhone, iPad e MacBook), Amazon (colunas Echo e leitores de e-books Kindle), Google (smartphones Nexus), Samsung (smartphones Galaxy), Raspberry (Pi 3) e Xiaomi (smartphones Redmi), bem como pontos de acesso sem fios da Asus e da Huawei.

sexta-feira, 01 novembro 2019 13:48

ESET descobre vulnerabilidades no Amazon Echo e Kindle

A Equipa de Investigação de Smart Home, da ESET, descobriu recentemente que o conhecido Amazon Echo – o hardware original do Amazon Alexa – estava aberto a algumas das dez vulnerabilidades de Key Reinstallation Attack (KRACK). O mesmo aconteceu também com pelo menos uma geração dos amplamente utilizados e-readers Kindle, também da Amazon. As vulnerabilidades foram corrigidas pela equipa de segurança da Amazon, depois da ESET ter reportado as falhas.

A ESET lançou as novas versões do ESET NOD32 Antivirus, ESET Internet Security e ESET Smart Security Premium. O novo conjunto de soluções da ESET integra sistemas avançados de machine learning, protege as compras online e o acesso ao banco e ainda verifica o router e a rede doméstica em busca de vulnerabilidades e outros problemas. Com as novas funcionalidades e melhorias o principal objetivo é a proteção da vida online dos utilizadores.

Os investigadores da ESET descobriram vários ataques de espionagem de alto nível destinados a entidades governamentais e diplomáticas na Europa Oriental. A análise mostra que estes ataques foram realizados usando uma plataforma de ciber espionagem não detetada anteriormente. A plataforma é notável pela sua arquitetura modular, associada a dois recursos importantes: o protocolo AT usado por um dos seus plugins para o fingerprinting de dispositivos GSM e o Tor, que é utilizado para as suas comunicações na rede. Devido a esses recursos, os investigadores da ESET deram o nome à plataforma de "Attor".

A segurança da UEFI (Interface de Firmware Extensível Unificada) tem sido um tópico importante nos últimos anos, mas, devido a várias limitações, muito pouco malware baseado em UEFI foi encontrado no passado. Depois de descobrir o primeiro rootkit UEFI em estado selvagem, conhecido como LoJax, os investigadores da ESET decidiram criar um sistema que lhes permitisse explorar o vasto cenário da UEFI de uma forma eficiente, identificando com segurança ameaças emergentes e desconhecidas da UEFI.

Encontrar malware como o LoJax é raro - existem milhões de executáveis ​​UEFI em estado selvagem e apenas uma pequena parte deles é maliciosa. Vimos mais de 2,5 milhões de executáveis ​​UEFI únicos, de um total de 6 mil milhões, apenas nos últimos dois anos”, explica Filip Mazán, engenheiro de software da ESET, que trabalhou na construção do sistema de learning-machine.

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