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Com uma antestreia reservada em Lisboa no Colombo na Sala Imax, a Wintech foi convidada a visualizar um dia antes da estreia oficial nos cinemas, o novo filme de Rupert Sanders (realizador de filmes como “A branca de neve e o Caçador”) “Ghost in a Shell”.

Neste filme, composto por um elenco de atores bastante conhecidos como é o caso de Scarlett Johansson, de filmes como Os vingadores, Pilou Asbæk, mais conhecido da serie a “Guerra dos Tronos” e o veterano japonês Takeshi Kitano somos levados a conhecer a história de Major.

 

Major sofre um acidente e onde apenas o seu cérebro sobrevive, que é assim aproveitado para ser colocado num corpo feito a medida. Após o treino de adaptação ao seu novo corpo, Major, junta-se ao departamento de combate ao terrorismo cibernético onde recebe a ajuda do seu parceiro Batou.

Em conjunto são destacados para uma operação de alto risco para proteger o dono da empresa Hanka Robotics e que, curiosamente, foi também responsável pela sua construção. Durante esse ataque algo ocorre e começa a receber memorias, até à altura escondidas, e que nunca tinha presenciado.

Ao fazer um “hack” num dos cyborgs destruídos durante essa operação, Major é levada a conhecer Kuze, um ciber terrorista, e que possui um poder inimaginável que pensa usar para destruir a Hanka robotics, num instinto também por ele desconhecido.

A partir desse encontro, a missão inicia-se pela procura e destruição de Kuze, no entanto as coisas complicam-se quando Major é confrontada com as memorias onde percebe que tanto ela como Kuze têm afinal algo em comum.

 

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Este é um filme que, apesar de possuir uma história com mais de 20 anos, até agora ninguém se tinha atrevido a gravar fruto da complexidade do seu guião.

O ambiente de uma Tóquio Neo Punk não esta totalmente retratado como é feito na versão Manga, porém, dá para se ter um vislumbre do que ainda estará para vir e que poderá abrir portas a novos filmes Manga, como é o caso “Akira”.

Depois de envolto em polémica com a escolha da atriz Scarlett Johansson, chega-se a conclusão que afinal esta foi mesmo a decisão correta, pois serviu para desmistificar alguma controvérsia em torno de ações xenófobas que apontavam para a obrigatoriedade de se ter de recorrer a uma personagem principal interpretada por uma atriz japonesa.

Uma nota para o Imax que eleva o filme para outro patamar onde os pormenores e as cenas emitidas em slow motion acabam por proporcionar efeitos verdadeiramente espetaculares.

 

youtube.com/watch?v=1bechUfP8wY

 

Finalmente, e em “jeito de critica” uma palavra final para o facto de o IMDB ter classificado este filme com uns meros 6.9 que, no nosso entender, não correspondem à nossa opinião, pois consideramos que a nota poderia ser muito mais alta…

 

 Classificação IMDB [6.9/10]

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