Os investigadores da ESET descobriram vários ataques de espionagem de alto nível destinados a entidades governamentais e diplomáticas na Europa Oriental. A análise mostra que estes ataques foram realizados usando uma plataforma de ciber espionagem não detetada anteriormente. A plataforma é notável pela sua arquitetura modular, associada a dois recursos importantes: o protocolo AT usado por um dos seus plugins para o fingerprinting de dispositivos GSM e o Tor, que é utilizado para as suas comunicações na rede. Devido a esses recursos, os investigadores da ESET deram o nome à plataforma de "Attor".

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quinta-feira, 19 setembro 2019 21:39

Software malicioso explora o "regresso às aulas"

Os especialistas da Kaspersky detetaram 53.531 arquivos maliciosos ou potencialmente indesejados "disfarçados" em livros didáticos e trabalhos académicos de faculdades e universidades. De agosto de 2018 a julho de 2019, ocorreram 356.662 ataques desta natureza com 104.819 utilizadores afetados, uma diminuição de 21%, quando comparado com os números do ano anterior. Este dado é uma das principais conclusões do relatório da Kaspersky ‘Back to School Report’.

Os livros são uma parte fundamental de qualquer programa educacional, tendo a sua maioria um custo elevado. Por esse motivo, é possível encontrar muitos livros didáticos e trabalhos académicos prontos para download em sites ou fóruns não oficiais que permitem economizar esse investimento. Na realidade, os hackers aproveitam-se desta necessidade para propagar malware.

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Check Point Research, a área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, publicou o seu Índice de Impacto Global de Ameaças referente ao mês de julho de 2019. A equipa de investigação está a alertar as organizações para uma nova vulnerabilidade descoberta no OpenDreamBox 2.0.0 WebAdmin Plugin e que afetou, no mês passado, 32% das empresas globais.

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Na primeira metade de 2019, 430.000 utilizadores foram alvo de conteúdo malicioso destinado a roubar dinheiro, criptomoedas e serviços pagos de Internet. Este número representa um aumento em 7% face ao mesmo período.

O malware financeiro, regularmente identificado como trojan bancário, tem como objetivo roubar dinheiro e dados financeiros, assim como proporcionar aos agentes de ameaças acesso aos ativos e equipas de utilizadores e das organizações financeiras.

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Os especialistas da Kaspersky descobriram um malware – MobOk – que rouba dinheiro e que se esconde em aplicações de edição de fotografia legítimas disponíveis na Google Play store. No momento de deteção verificou-se que as aplicações “Pink Camera” e “Pink Camera 2” já tinham sido instaladas cerca de 10.000 vezes. As aplicações foram desenhadas para roubar informações pessoais das vítimas e utilizadas para a subscrição de serviços pagos. As vítimas, por sua vez, só davam conta de que estavam a ser enganadas quando viam estes valores nas contas dos seus telemóveis. As aplicações já foram removidas da Google Play e já não estão disponíveis.

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Os backdoors são um tipo de malware extremamente perigoso, já que permitem que os hackers possam controlar de forma muito discreta os dispositivos que querem afetar, com finalidades maliciosas. Este tipo de situações costumam ser difíceis de ocultar para uma solução de segurança. Contudo, um backdoor que se aproveita de um erro previamente desconhecido no sistema, como as vulnerabilidades zero day, tem muitas mais possibilidades de passar despercebido. As soluções de segurança standards não chegam a identificar essa infeção do sistema nem podem proteger os utilizadores perante algo que não se sabe o que é ou se existe.

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A ESET, líder global em cibersegurança, emitiu um alerta aos utilizadores de Internet sobre os mais variados perigos existentes. A empresa denunciou uma onda de mensagens de e-mail fraudulentas que tentam extorquir dinheiro, principalmente de pessoas que têm por hábito assistir a vídeos pornográficos on-line. O remetente do e-mail (hacker) afirma que tem o dispositivo da vítima sob controlo e que gravou a pessoa enquanto assistia a conteúdo pornográfico. O e-mail afirma ainda que não só capturou o comportamento do utilizador na frente da webcam, mas também quais os vídeos que foram reproduzidos.

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Em muitos locais, estas séries podem ser consumidas através de canais ilegais, como softwares de torrents e plataformas ilegais de streaming. Ao contrário dos recursos legítimos, os torrents e os arquivos neles hospedados podem conter um arquivo que parece ser um episódio de uma série, mas que é, na verdade, um malware com um nome semelhante e que tem como objetivo de atacar o utilizador.

Ao observar a facilidade com que estas séries, cujo download é feito por via de fontes ilegítimas, podem ser substituídas por versões com malware, os investigadores da Kaspersky Lab examinaram esses arquivos maliciosos no período entre 2017 e 2018. E no topo da lista está Game of Thrones. Em 2018, a série foi responsável por 17% de todo o conteúdo malicioso pirateado, com 20.934 pessoas atacadas, seguida de The Walking Dead, com 18.794 e Arrow, com 12.163. Isso ocorreu mesmo considerando que, em 2018, não foi lançado nenhum episódio novo de Game of Thrones, enquanto as outras séries do ranking tiveram campanhas promocionais agressivas.

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Os ataques com Trojans bancários ou "bankers" estão entre os mais populares para os hackers, pois estão focados diretamente nos ganhos financeiros. Este tipo de vírus rouba as credenciais dos sistemas de pagamento eletrónico e de serviços bancários online das vítimas, intercetando senhas de uso único e, de seguida, enviando os dados para os hackers que estão por detrás dos trojans.

Dos 889.452 utilizadores atacados, quase 25% eram corporativos, número que se manteve bastante consistente nos últimos três anos. De acordo com os especialistas da Kaspersky Lab, a razão é clara: enquanto os ataques aos consumidores só fornecem acesso a contas bancárias ou sistemas de pagamento, os ataques, bem-sucedidos, aos funcionários de uma empresa podem comprometer os recursos financeiros da mesma.

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Um estudo recente promovido pela Europ Assistance em nove países procurou avaliar o comportamento dos consumidores em relação à cibersegurança. A pesquisa revela que os níveis de preocupação são elevados, mas as questões de proteção são muitas vezes negligenciadas. Menos de um terço dos entrevistados tem o hábito de alterar passwords e/ou credenciais digitais com frequência e metade dos consumidores não tem proteção antivírus e anti-malware nos seus smartphones (50%) e/ou tablets (48%) – um comportamento preocupante se se tiver em consideração que estes representam metade do tráfego mundial de internet.

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