A Microsoft celebra este ano o seu trigésimo aniversário em Portugal. Em 1990, quando se instalou no nosso país, contava apenas com um colaborador, mas trinta anos volvidos atinge a marca das 1100 pessoas, tendo este número duplicado em quatro anos.

 “Durante 30 anos a Microsoft Portugal teve um papel fundamental no desenvolvimento da economia e a digitalização da sociedade portuguesa. No atual contexto, esse papel é ainda mais fulcral.  Recentemente, estivemos na resposta inicial de emergência ao COVID-19. Agora estamos focados em ajudar os nossos clientes na recuperação económica e a re-imaginar como irão trabalhar, otimizar as suas operações, relacionar-se com os seus clientes ou até criar novos produtos e serviços, para o pós-pandemia. Estamos ainda empenhados em capacitar digitalmente pessoas, comunidades e organizações para garantir uma recuperação económica sustentável e inclusiva”, refere Paula Panarra, Directora-Geral da Microsoft Portugal.

Sob o mote “Ativar Portugal”, a Microsoft tem vindo a construir um forte ecossistema suportando a Transformação Digital através da tecnologia.

Com um período pandémico, conturbado, pelo meio, a visão da Microsoft para este ano fiscal, que teve início recentemente, assenta agora em três pilares fundamentais: Economy Recovery, Skilling e Sustentabilidade.

Economy Recovery

Com a pandemia, a Microsoft ajudou os seus clientes a responder com urgência às necessidades do momento, mas o objetivo agora passa pela recuperação económica. E para isso a organização está a fornecer ferramentas, soluções e orientação para capacitar colaboradores, otimizar operações e, em alguns casos, mudar produtos e serviços. Assistimos a alguns exemplos de clientes através da utilização de plataformas e soluções Microsoft, enquanto se deparam com a inovação tecnológica no novo normal. Assim como a necessidade de uma arquitetura de segurança “Zero Trust” que protege pessoas, dispositivos, aplicações e dados, quando tudo é remoto.

Skilling

A crescente digitalização e transformação dos postos de trabalho implica que as competências humanas são cada vez mais necessárias. As empresas terão de garantir as competências certas na força de trabalho e tomar decisões de reskilling e upskilling para a construção de uma geração sólida, com talento e que garanta também o retorno do investimento. Dados do LinkedIn Graph para Portugal, de setembro de 2020, mostram que das dez empresas que mais contratam, cinco são tecnológicas; a função mais contratada é de software engineer; e o peso de soft skills nas contratações. 

A Microsoft lançou recentemente uma iniciativa de competências globais com o objetivo de levar a digitalização a mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo até o final do ano. Esta iniciativa reunirá todos os departamentos da empresa, combinando recursos existentes e novos do LinkedIn, GitHub e Microsoft.

A nível nacional, o programa UPSkill – Digital Skills & Jobs é outro exemplo do que a Microsoft tem estado a realizar nesta área, o programa destina-se a quem queira ter uma oportunidade profissional no setor das tecnologias de informação, tendo como objetivo qualificar recursos humanos em tecnologias digitais. Assim como, a parceria com a Fundação José Neves na aposta na educação e nas competências em novas áreas do conhecimento associadas à tecnologia e ao digital.

Sustentabilidade

A Microsoft está comprometida em fazer chegar o poder da tecnologia a todos para que, com ela, se possa criar um futuro mais sustentável. Em 2030, a Microsoft pretende ser carbono negativa, e, até 2050, vai retirar do ambiente todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou através do consumo elétrico, desde a sua fundação. No início de 2021 a empresa vai também tornar a redução de carbono uma condição explícita nos seus processos de aquisição de produtos e serviços. Para os clientes empresariais do Azure, a Microsoft desenvolveu a Calculadora de Sustentabilidade que fornece informações com base nos dados das emissões de dióxido de carbono associadas aos serviços utilizados.  

Building the Future

E o regresso do Building the Future nos dias 26, 27 e 28 de janeiro que vai reunir especialistas sob o tema “The Future is Now”. Neste evento vamos dar a conhecer como as organizações e a sociedade se vão reconstruir e reorganizar e tirar o máximo partido da tecnologia para aumentar o impacto positivo em áreas como a sustentabilidade, cidadania, inclusão ou diversidade. E também conhecer casos de transformação digital no setor da educação.

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