A Gartner e a IDC emitiram no início do mês os dados referentes às tendências de consumo ao longo do segundo trimestre onde, pela primeira vez em seis anos, se destaca o crescimento do segmento de computadores de secretária entre os 1,4% (Gartner) e os 2,7% (IDC). Estes números traduzem-se em 62,3 milhões de unidades vendidas e 61,1 milhões, respetivamente.

A diferença entes estes dados prende-se com as diferentes metodologias das empresas, visto que a Gartner considera os tablets com Windows 10 como PCs, mas desconsidera os Chromebooks, enquanto que a IDC faz, precisamente, o inverso.

A Gartner prevê que, este crescimento deverá ser “sol de pouca dura” visto que o crescimento detetado se deve ao aumento de máquinas dotadas com o Windows 10 no mercado empresarial, compensando assim o decréscimo registado no mercado doméstico.

Os especialistas consideram que este declínio na aquisição de computadores de mesa se deve ao facto de os consumidores estarem cada vez mais a fazer as tarefas do dia-a-dia a partir do smartphone, não havendo uma necessidade primária de ter um computador em casa, mas sim de um smartphone.

No top de preferências, também aqui a Gartner e a IDC não têm dados semelhantes sendo que o top 3 da Gartner é composto pela Lenovo e HP no primeiro lugar com 21,9% colocando em terceiro a Dell com 16,8%. A IDC, por sua vez, aponta a HP como líder (com 23,9%), a Lenovo em segundo (com 22,1%) e a Dell no terceiro posto (com 18,1%).

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