A Microsoft anunciou na passada semana algumas das funcionalidades ou aplicações que vão deixar de estar presentes nas próximas versões do Windows.

Entre as funcionalidades ou aplicações reveladas, destaca-se desde logo a confirmação da “morte” do software Microsoft Paint, o fim da App 3D Builder e da descontinuidade do Reader App.

No caso do 3D Builder, a Microsoft recomenda que seja usado o Paint 3D que permite de forma fácil criar elementos em três dimensões. Para substituir o Reader App, a empresa norte-americana recomenda que seja usado o Microsoft Edge para leitura de ficheiros.

No entanto, a maior surpresa (ou não) acontece com o anuncio do final do popular software de edição e criação de imagens, o Paint. O Paint é já considerado por muitos utilizadores dos sistemas operativos Windows como um clássico, pois existe desde a versão 1.0 do sistema operativo, lançado em 1985. Na altura, este era um software licenciado do PC Paintbrush, desenvolvido pela ZSoft Corporation. Tinha o suporte apenas a gráficos monocromáticos de 1-bit, tendo sido substituído no Windows 3.0 com a entrada em cena do Paintbrush, uma versão que já permitia a leitura de imagens nos formatos bitmap, JPEG e PNG (estes dois últimos padrões só tiveram o suporte oficial aquando do lançamento do Windows 98).

Apesar de tudo, o Paint “clássico” tal como o conhecemos hoje em dia deverá dar lugar à versão 3D que acabará por substituir o velho amigo de 32 anos. O Paint 3D chegou recentemente em conjunto com a ultima grande atualização do Windows 10 e que, tal como o nome indica, tem como principal novidade a possibilidade de se criar, facilmente, objetos em três dimensões.

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