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A Wiko, fabricante europeia de smartphones, refresca a sua imagem em 2019 e realiza um rebranding fruto do seu novo posicionamento no mercado português e internacional.

Tal como a marca adiantou durante o Mobile World Congress (MWC), esta mudança responde à evolução da marca, que cresce sem perder o seu espírito jovem que a define desde o início. Como resultado deste processo, a Wiko redesenhou o seu logotipo icónico em forma de W de cor Bleen (combinação das cores blue e green, em inglês) e ofereceu-lhe um aspeto mais nítido e uma maior definição, ao mesmo tempo que iguala o tamanho das letras com a utilização de maiúsculas. Assim, a marca pretende transmitir o status e maturidade atual, conservando a sua essência.

A Emirates, a maior companhia aérea internacional do mundo, está mais uma vez à procura de reforçar a equipa de tripulação de cabine em Portugal. A companhia aérea vai realizar estes Open Days em abril: a 22 de abril (2ª feira) será em Lisboa, no Lisbon Marriot Hotel; a 24 de abril (4ª feira) em Coimbra, no Hotel Tivoli Coimbra; e a 27 de abril (sábado) em Braga, no Melia Braga Hotel & Spa. Todos têm hora marcada para as 9 horas.

A Huawei divulgou o seu Relatório Anual de 2018, o qual revela um crescimento sólido do negócio. As vendas da empresa em 2018 atingiram os 94,8 mil milhões de euros, um aumento de 19,5% face ao ano anterior, e o lucro da empresa cifrou-se nos 7,8 mil milhões de euros, uma subida de 25,1% no comparativo anual.

Em 2018, a Huawei investiu 13,3 mil milhões de euros em I&D, um valor que representa 14,1% das receitas com vendas. De acordo com dados oficiais do World Intellectual Property Organization (WIPO), a Huawei registou, em 2018, 5.405 pedidos de patentes junto desta organização, cifrando-se no primeiro lugar entre todas as empresas do mundo.

A OutSystems, empresa líder de software low-code para desenvolvimento rápido de aplicações, anunciou uma parceria com a Boncode, uma empresa holandesa líder em serviços de análise de software. Esta aliança dará aos clientes da OutSystems mais um poderoso recurso para garantir que as suas aplicações estão a ser implementadas de forma otimizada, assegurando a sua manutenção, fiabilidade, desempenho e segurança.

O desenvolvimento ágil permite que as organizações desenvolvam de forma rápida e integrem tecnologias adicionais. Mas à medida que o software é atualizado e são adicionadas novas camadas de funcionalidades, os riscos aumentam enquanto as organizações tentam equilibrar a qualidade da entrega com velocidade. Os investigadores estimam que as novas aplicações de negócios impliquem pelo menos um milhão de dólares na chamada "dívida técnica" - o custo implícito de trabalho adicional necessário para corrigir erros introduzidos por meio de processos ágeis com falhas.

A Altran, líder global em Engenharia e Serviços de Investigação e Desenvolvimento, acaba de apresentar o VORTEX, um Centro de aceleração e transferência de tecnologia de sistemas ciber-físicos e cibersegurança em Portugal, que pretende afirmar-se como uma referência europeia no mercado dos serviços de conceção de novos dispositivos.

Liderado pela Altran Portugal, em associação com a Universidade Nova de Lisboa (UNL), através do NOVALincs, com o Intituto Politécnico do Porto/Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP/IPP) através do CISTER, com Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores- Tecnologia e Ciência (INESC TEC) através do HASLab e a plataforma de inovação Beta-i, o VORTEX pretende criar um ecossistema colaborativo entre centros de investigação, startups e líderes industriais que explorem as tendências tecnológicas emergentes e as apliquem no desenvolvimento de novos produtos que respondam aos novos desafios dos mercados.

Nos últimos 24 meses e, de acordo com os decisores de IT das empresas europeias, mais de metade (54%) das organizações enfrentaram vários ciberataques. As suas consequências mais referidas foram: interrupção do serviço/atividade (31%), problemas com segurança de dados (18%) e perda de dados (15%).

Organizações no Reino Unido e Espanha enfrentam os maiores riscos, com 64% dos inquiridos a confirmar as suas experiências nos últimos dois anos. Apesar de tradicionalmente terem orçamentos superiores em comparação com as PMEs – 64% das empresas enfrentou um ciberataque com os resultados acima mencionados, face a 45% por parte das PMEs.

A Spring Professional, empresa do Grupo Adecco, divulgou hoje os dados de 2018 referentes ao mercado das profissões ligadas à cibersegurança em Portugal, que confirmam um aumento da procura e aumento do valor médio dos salários entre 7% a 9%.

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