Cerca de 56% dos pedidos de resposta a incidentes (RI) geridos pelos especialistas em cibersegurança da Kaspersky em 2018 ocorreram após a organização já ter sofrido um ataque com consequências visíveis, como transferências de dinheiro não autorizadas, estações de trabalho encriptadas por ransomware e indisponibilidade de serviços. 44% dos pedidos foram processados após a deteção de um ataque em fase inicial, poupando o cliente de consequências potencialmente mais graves. Estas são algumas das principais conclusões do mais recente relatório da Kaspersky.

Supõe-se frequentemente que a resposta a incidentes é necessária apenas em casos em que já ocorreram danos concretos por parte de um ciberataque e há necessidade de uma investigação adicional. No entanto, a análise de vários casos de RI em que os especialistas em segurança da Kaspersky participaram durante o ano passado mostra que essa oferta pode servir não apenas como investigação, mas também como uma ferramenta para parar um ataque durante uma fase inicial evitando assim danos maiores.

A Checkpoint Systems, líder em soluções de prevenção de perdas, confirma uma vez mais a sua presença na Corrida Auchan do Grupo Auchan em Portugal. Com uma colaboração de mais de 20 anos, desde a abertura dos escritórios da Checkpoint Systems em Portugal, o grupo Auchan reafirma-se como um dos clientes mais importantes da empresa.

A relação de confiança vê-se reforçada uma vez mais com esta colaboração, na qual a Checkpoint participa como patrocinador e sócio da Corrida Auchan 2019, um evento desportivo que este ano se realiza no Autódromo do Estoril, e que procura contribuir para uma vida mais saudável e solidária.

Com o objetivo de fomentar a educação da próxima geração de ciberespecialistas, a Kaspersky fundou a Kaspersky Academy, uma iniciativa que já existe além-fronteiras, presente em vários países europeus, incluindo Portugal. A Kaspersky Academy é um projeto que nasce para promover o conhecimento sobre o mundo da cibersegurança, através do apoio à comunidade universitária na formação e desenvolvimento de jovens talentos em cibersegurança, uma vez que esta é uma das áreas mais requisitadas a nível europeu e vai continuar a evoluir nos próximos tempos.

A Wild Code School, rede europeia de escolas especializada em programas intensivos de web development, que chegou a Portugal no começo deste ano, vê o seu Lisbon Campus captar um elevado interesse por parte de alunos estrangeiros e registar, no arranque da 2ª edição do seu curso intensivo de programação, o triplo das inscrições face à 1ª primeira edição.

A 2ª edição do curso de Web Development, que permite aos alunos tornarem-se junior developers em apenas 5 meses, acaba de arrancar e conta, para além dos alunos portugueses, com alunos de Inglaterra, Brasil, Alemanha e França. Estes cursos intensivos de programação aplicada ao desenvolvimento de páginas na internet e de toda a estrutura subjacente, contam com grupos de alunos de dimensão média, potenciando o sistema de aprendizagem blended method que combina aulas em sala de aula com desafios online, workshops e coding dojos. Esta 2ª edição conta já com 20 alunos, comparativamente com os 6 que completaram a primeira edição, representando um sólido crescimento da escola no mercado português.

A ASUS, fornecedora líder de sistemas para servidores, sistemas para motherboards e workstation anunciou hoje um total de 246 recordes mundiais que foram estabelecidos pelos seus servidores rack, incluindo os servidores GPGPU (general-purpose computing on graphics processing units) e os servidores multi-node. Certificados pela Standard Performance Evaluation Corporation (SPEC) para os indicadores de medição de desempenho de computação intensiva, os servidores ASUS dual-processor (2P) ESC8000 G4 e RS720Q-E9 atingiram a pontuação mais elevada, e o servidor ASUS single-processor (1P) RS300-E10 estabeleceu 70 novos recordes de melhor performance. Cada um dos novos servidores ASUS foi projetado para ser altamente escalável e para trabalhar perfeitamente na visualização de infraestruturas, análise de dados, cargas de trabalho de formação IA (Inteligência Artificial) ou quaisquer outras aplicações gerais de computação.

A Kaspersky lançou um novo serviço que ajuda as organizações a proteger aplicações em desenvolvimento in house que têm como base a blockchain. O Kaspersky Enterprise Blockchain Security inclui a avaliação de aplicações que trabalham numa infraestrutura blockchain, bem como uma auditoria do código de contrato smart. Ajuda as empresas a descobrir e a solucionar problemas e discrepâncias na lógica de negócios de contratos smart, enquanto o projeto blockchain passa do processo de inovação interna para a parte dos processos de negócios reais.

De acordo com um estudo global da Accenture, a maioria (61%) dos cidadãos que acede a serviços públicos por via digital está satisfeita com a experiência. No entanto, quase um terço (31%) dos cidadãos que participaram no estudo afirmou não utilizar ou não saber aceder a qualquer funcionalidade digital disponibilizada pelo Estado.

O estudo da Accenture pretendia determinar os níveis de envolvimento dos cidadãos com os serviços digitais da Administração Pública, o estado atual da oferta desses serviços e a aceitação por parte da população relativamente à utilização de Inteligência Artificial (IA) e de outras tecnologias inovadoras para fornecer acesso a serviços de administração pública.

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