A Check Point® Software Technologies Ltd. , fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, associa-se à celebração, dia 30 de Novembro, do Dia Internacional da Segurança da Informação, que recorda o primeiro caso de malware de propagação em rede registado em 1988. Mais de três décadas depois, a segurança dos dados é uma das principais preocupações para as empresas e a Check Point alerta para o estado atual da cibersegurança em Portugal e aponta as principais áreas de melhoramento, a fim de optimizar as suas estratégias de proteção de dados.


“Nos últimos anos, temos visto mudanças significativas no que diz respeito à proteção de dados, sobretudo com a chegada do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) em maio de 2018. No entanto, nos dias de hoje, muitas das empresas portuguesas ainda não se adaptaram totalmente a este regulamento europeu”, assinala Eusebio Nieva, director técnico da Check Point para Portugal e Espanha. “Estes números põem em caso a necessidade que existe em torno da optimização da segurança da informação. Por este motivo, é fundamental consciencializar as empresas da importância de contar com estratégias de cibersegurança robustas e fiáveis que permitam fazer frente a ameaças cada vez mais avançadas”, acrescenta Nieva.

A Check Point identifica 4 pontos chave sobre como criar uma estratégia de segurança óptima para garantir a segurança da informação:

  • Formação do pessoal: é fundamental para evitar a entrada de malware ou ransonmware, um tipo de ciberameaça que afeta 1 em cada 3 empresas em todo o mundo. Por este motivo, é indispensável promover a formação dos trabalhadores para que se possa identificar e combater este tipo de ataques e evitar consequências como o bloqueio de dispositivos ou ficheiros, ou o roubo de dados confidenciais. A equipa de trabalho deve ter noções básicas de cibersegurança, uma vez que são uma parte crucial na estratégia de cibersegurança: são a primeira barreira de proteção da empresa frente a ciber ataques.
  • Segurança da cloud: estamos a assistir a um proceso de ‘’cloudificação’’, tanto a nível privado como público. Segundo um estudo da Check Point, 15% das empresas portuguesas sofreram algum incidente de segurança na cloud. Entre os principais problemas enfrentados pelas empresas, destaca-se o facto das ferramentas de segurança tradicionais apenas oferecerem segurança nesses ambientes, é necessária uma nova abordagem baseada em políticas de segurança coerentes e na adopção de soluções de segurança específicas para garantir a protecção das informações.
  • Protecção de dispositivos móveis: O malware móvel, um software malicioso concebido especificamente para afectar este tipo de dispositivos, é uma das ameaças com maior impacto nas empresas portuguesas, com uma taxa de 18,7%. É importante instalar antivírus ou qualquer outra solução de segurança que garanta a protecção do dispositivo contra qualquer ataque. A Check Point tem o SandBlast Mobile, uma solução que protege os dispositivos contra aplicações infectadas, ataques Man-in-the-Middle via Wi-Fi, explorações de Sistemas Operativos e links maliciosos em mensagens SMS
  • Mudança de abordagem: até agora, a tendência predominante nas empresas era adotar uma abordagem reativa, ou seja, as medidas necessárias eram tomadas para se protegerem contra ciberataques e vulnerabilidades, uma vez que estes já haviam ocorrido. A Check Point adverte da necessidade de apostar num modelo pró-activo baseado na prevenção e adoptar as medidas necessárias para proteger contra qualquer tipo de ciberataque, por mais avançado que seja, antes que afecte a empresa.


Além disso, os especialistas da empresa destacam o papel fundamental que as soluções de segurança desempenham na garantia da proteção das empresas e, portanto, dos dados com que trabalham. Além disso, é importante que estes produtos se adaptem às necessidades de mudança das empresas, especialmente considerando que a segurança deve evoluir ao mesmo tempo que uma empresa cresce. A escalabilidade é, portanto, um conceito fundamental nas estratégias modernas de cibersegurança. A Check Point, por sua vez, aplica esta máxima na arquitetura Infinity, a avançada arquitetura de cibersegurança da empresa totalmente consolidada que protege todas as áreas dos modernos departamentos de TI, incluindo a rede, endpoints, cloud e dispositivos móveis.

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