A Huawei já celebrou 46 contratos comerciais de 5G com operadores de todo o mundo e implementou mais de 100.000 estações base 5G. Assim, a empresa posiciona-se como o primeiro fornecedor de redes 5G, com presença em mais de 170 países.

A empresa tem vindo, nos últimos anos, a contribuir para o fortalecimento do papel da Europa na implementação desta nova tecnologia. Nesse sentido, a empresa tecnológica organizou, no passado dia 21 de maio no Centro de Cibersegurança de Bruxelas, uma sessão de apresentação do plano de colaboração com as instituições europeias, onde mostrou como o 5G pode contribuir para o progresso do continente europeu. Abraham Liu, Vice-Presidente da Huawei para a Europa, realçou que a região deve encontrar uma forma de combinar os seus valores com as novas tecnologias que irão revolucionar a nossa forma de viver.

Segundo Liu, “no próximo ano, iremos observar a implementação de uma nova geração de redes de comunicações móveis 5G, que têm um grande potencial para mudar as nossas vidas para melhor. Espera-se que, em 2025, os ganhos provenientes do 5G em todo o mundo cheguem a 225.000 milhões de euros”. O Vice-Presidente da Huawei para a Europa afirmou ainda que “as pessoas não só estarão ligadas à Internet, como terão acesso a muito mais coisas. A chamada IoT (Internet of Things) assistirá a uma explosão de comunicações entre dispositivos, bem como entre estes e as pessoas. Cerca de 100 milhões de dispositivos estarão conectados em 2024 e os benefícios da introdução do 5G em áreas como o setor automóvel, saúde, transportes ou energia, podem chegar aos 114.000 milhões de euros ao ano”. 

Exemplos do compromisso financeiro da Huawei com a Europa são os casos do Reino Unido ou França. No Reino Unido, segundo um estudo independente da consultora Oxford Economics, a empresa contribuiu para a criação de 26.000 postos de trabalho diretos e indiretos. Em 2012, a Huawei anunciou um investimento de 1.300 milhões de libras no Reino Unido durante cinco anos. Passados esses cinco anos, a empresa superou esse valor em quase 900 milhões de libras, tendo dispendido 200.000 milhões de libras em investimentos e aquisições durante esse período. Em 2018, a empresa adquiriu mais de 900 milhões de libras em bens e serviços de empresas no Reino Unido, o que representa 30% do seu objetivo – a Huawei prometeu um investimento de 3.000 milhões de libras em fornecedores britânicos entre 2018 e 2022. Em 2018, a empresa investiu também 112 milhões de libras em Investigação e Desenvolvimento (I&D), empregando mais de 300 investigadores no Reino Unido e colaborando com 35 universidades e institutos de investigação.

Já em França, a Huawei abriu o seu OpenLab em abril de 2018, uma plataforma para que especialistas de diversas indústrias possam identificar as suas futuras necessidades na transformação digital e desenvolver soluções para a indústria. Em apenas um ano, 50 parceiros trabalharam em 15 soluções que abrangem o retalho, a produção e as cidades inteligentes. A empresa anunciou que investirá 35 milhões de euros no OpenLab de Paris durante os próximos cinco anos, procurando construir um ecossistema digital mais sólido no país. Segundo Ken Hu, Deputy Chairman da Huawei, “este é o melhor momento para a inovação. França tem uma enorme capacidade de investigação. Além disso, tem muito talento e um ambiente propício à inovação. É um país muito bem posicionado para ser um centro global nestes temas. Por isso a Huawei está presente neste mercado há 17 anos”.

Fundada em 1987, a Huawei conta com cerca de 188.000 colaboradores e opera em mais de 170 países e regiões, servindo mais de três mil milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, a Huawei está presente desde 2004.

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