O fenómeno das criptomoedas e o aumento de um público interessado no mesmo nunca passaria despercebido aos hackers. Para atingir os seus objetivos maliciosos, os hackers recorrem a clássicas técnicas de phishing que vão além dos típicos cenários utilizados anteriormente. Inspirando-se nos investimentos ICO (Initial Coin Offering – Oferta de Moeda Inicial) e na distribuição gratuita de criptomoedas, os hackers conseguem beneficiar igualmente de investidores de criptomoedas e novatos.

A Kaspersky, empresa de cibersegurança global que opera no mercado há mais de 20 anos, é conhecida um pouco por todo mundo graças aos produtos de segurança que possui, já para o mercado doméstico seja para o mercado empresarial.

No segundo trimestre de 2018, botnets de DDoS atacaram recursos online em 74 países. Pela primeira vez, desde que há registo, Hong Kong entrou no top três de países mais atacados, ocupando o segundo lugar com 17% do total de ataques DDoS com auxílio a botnets, um número cinco vezes superior ao registado anteriormente.

Tanto as empresas mais pequenas como as que atravessam uma fase de rápido crescimento consideram as tecnologias cloud uma oportunidade para gerir os seus negócios de uma forma mais eficiente e rentável. Metade (50%) das empresas com menos de 50 colaboradores e 40% das organizações que têm entre 50 e 249, contam com trabalhadores que executam tarefas remotamente e necessitam de aceder a dados e aplicações através da cloud.

Os utilizadores estão cada vez mais preocupados com a monitorização da sua atividade online e da sua pegada digital. A Kaspersky Lab descobriu, por exemplo, que 61% não se sente confortável em partilhar informações sobre a sua localização com sites e aplicações – um valor que aumentou significativamente em comparação com os 39% registados em 2016.

Nos grandes eventos, os utilizadores ligam-se às redes públicas para publicar comentários, estar em contacto com os seus familiares e amigos e partilhar experiências. Paralelamente, estas redes são utilizadas para enviar informação valiosa, financeira ou de outro tipo, e esta pode ser intercetada por terceiros, hackers ou não, e utilizada em seu proveito próprio.

Os ciberataques contra redes industriais tornaram-se prevalentes nos últimos anos. De acordo com a equipa ICS CERT (Industrial Control Systems Cyber Emergency Response Team) da Kaspersky Lab, 37.8% dos computadores ICS a nível mundial foram vítimas de um ciberataque no segundo semestre de 2017.

A convergência da IT com a tecnologia operacional (OT) – uma conectividade mais vasta desta tecnologia com redes externas – e o aumento dos dispositivos IoT industriais está a permitir uma melhor eficiência dos processos industriais. No entanto, estas tendências representam um aumento dos riscos e pontos de vulnerabilidade, levando a uma insegurança nas organizações industriais – mais de três quartos (77%) destas empresas acreditam que se irão tornar em vítimas de incidentes de cibersegurança associados às suas redes de controlo industrial.

A indústria de cibersegurança demonstrou que as informações privadas dos utilizadores se tornaram num bem extremamente valioso devido ao seu potencial criminoso – incluindo a criação de um sofisticado perfil digital das vítimas ou a previsão de compras com base no comportamento do utilizador. Mas, enquanto a crescente paranoia dos consumidores quanto à má utilização dos seus dados pessoais é muitas vezes direcionada para plataformas online e métodos de recolha de dados, outras fontes de ameaça, menos óbvias, continuam a não estar sob proteção. Por exemplo, para ajudar no seu estilo de vida saudável, muitos utilizadores recorrem a fitness trackers para monitorizar as suas atividades desportivas e o seu exercício, com consequências muito perigosas.

O relatório avaliou as capacidades dos fornecedores em responder às necessidades de três diferentes tipos de organizações: Tipo A, focadas em soluções flexíveis e personalizáveis, e que correspondam aos requisitos operacionais; Tipo B, focadas numa mistura de funcionalidades de prevenção, deteção e resposta de acordo com as capacidades e experiência das suas equipas de segurança, e de avaliação de capacidades de MSS e MDR para aumentar as ferramentas internas disponíveis; e o Tipo C, empresas focadas em soluções de prevenção e considerando os EDR apenas pelas suas funcionalidades forenses, favorecendo fornecedores de soluções que também oferecem componentes MSS e MDR.

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