Ao longo dos últimos meses da pandemia, os colaboradores que estão em teletrabalho descobriram “pequenos prazeres” que gostariam de manter no futuro, revela uma nova investigação global da Kaspersky, que analisou os comportamentos de mais de 8.000 colaboradores de PMEs. Relativamente às oportunidades que surgiram com o trabalho remoto, 11% dos inquiridos afirmam que gostam de trabalhar sem roupa, enquanto outros apontam como benefícios acordar cinco minutos antes do início do horário de trabalho (36%), ver Netflix (23%) e trabalhar no jardim ou numa varanda (27%).

Um quarto (27%) dos gamers a nível mundial têm vergonha de dizer aos pais quanto tempo passam a jogar. Esta é uma das conclusões da nova investigação da Kaspersky, com base nas respostas de 5.000 jogadores a nível mundial.

Esta nova investigação da Kaspersky foi realizada pela consultora Savanta em novembro deste ano e analisou dados sobre gaming em 17 países, contando também com a participação de um total de 5.000 inquiridos. O estudo revela que a dinâmica entre jogadores e pais mudou bastante ao longo dos anos e refere o que pode ser feito para quebrar barreiras e estigmas.

Uma nova investigação global da Kaspersky realizada a 8.000 colaboradores de PMEs de múltiplas indústrias revelou que quase três quartos dos colaboradores (74%) querem que os modelos de trabalho pré-pandemia sejam repensados. Em vez de voltarem ao “business as usual”, os colaboradores já estão a moldar o que será o futuro do trabalho, de acordo com as suas preferências - quer estas incluam passar mais tempo com entes queridos (47%), poupar dinheiro (41%) ou trabalhar remotamente (32%).

No mês em que se assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e em que se comemora um ano da fundação da Coligação contra o Stalkerware (Coalition Against Stalkerware), a Kaspersky lança uma nova ferramenta especial de deteção de stalkerware e spyware.  

O stalkerware permite que alguém consiga espiar secretamente a vida privada de outra pessoa, através de dispositivos inteligentes e é frequentemente utilizado para fomentar a violência contra um parceiro. Com o objetivo de combater esta forma de abuso disseminada pela tecnologia que tem vindo a crescer, em novembro de 2019 foi fundada a Coligação Contra o Stalkerware, uma organização dedicada ao combate do abuso e assédio através de stalkerware, que une empresas dedicadas a combater a violência doméstica e a comunidade de segurança informática.

A Kaspersky acaba de anunciar a conclusão das principais metas da sua Iniciativa de Transparência Global (GTI) com a transferência do armazenamento e processamento de dados e atividades da Rússia para a Suíça, e com a abertura do seu quinto Centro de Transparência na América do Norte. Com o aumento da transparência, a empresa apela a esforços de colaboração para reforçar a segurança e integridade dos produtos de software modernos.

O lançamento da nova PlayStation 5 tem despertado a atenção de phishers e scammers, que estão cada vez mais interessados em aproveitar-se das novidades que esta nova consola de jogos apresenta. Só no mês de outubro, a Kaspersky encontrou cerca de 130 domínios suspeitos em todo o mundo que mencionavam “PlayStation” nos seus nomes, quantidade que representa 50% dos websites fraudulentos detetados entre janeiro e outubro deste ano.

O código fonte completo do Cerberus foi divulgado em fóruns clandestinos e está agora disponível gratuitamente, podendo ser acedido por cibercriminosos. Os investigadores da Kaspersky têm vindo a acompanhar ativamente o reaparecimento do malware financeiro para dispositivos Android desde julho de 2020, na sequência do abandono do projeto, tentativa de venda e eventual lançamento por parte do programador original. Através da evolução das suas funcionalidades, como o roubo de autenticação de dois fatores (2FA) e a ferramenta de acesso remoto (RAT), o nível de infeções do Cerberus aumentou, especialmente na Rússia e na Europa.

A segurança online figura no topo da lista como o fator mais importante para os millennials no momento de encontrarem a sua “zona de conforto digital” em casa. No entanto, de acordo com um novo estudo feito pela Kaspersky, mais de um terço (37%) considera-se demasiado “aborrecido” para ser vítima de um cibercrime.

O último relatório global da Kaspersky More Connected Than Ever Before: How We Build Our Digital Comfort Zones revela como é que estamos a mudar os nossos hábitos, de forma a garantir que nos sentimos confortáveis com o papel que a tecnologia tem nas nossas vidas. Embora os millennials encarem como uma prioridade reforçar a sua segurança online, os seus comportamentos revelam o contrário.

Para ajudar a diminuir a preocupação dos pais com o facto dos seus filhos poderem aceder a conteúdos de potencial risco enquanto estão a utilizar o YouTube – um dos serviços de streaming mais usados e populares entre as crianças – a Kaspersky introduziu uma nova ferramenta de “Safe Search” para o YouTube na sua solução Kaspersky Safe kids. Quando ativada, esta ferramenta bloqueia o aparecimento de vídeos inapropriados no motor de pesquisa, evitando que os mais pequenos encontrem vídeos com conteúdo sexual, drogas ou profanações.

Hoje em dia, as crianças são uma das principais audiências do YouTube, tendo ao seu dispor muitos dos vídeos mais populares da plataforma, direcionados para um público mais infantil. Contudo, fora do conjunto destes vídeos infantis, existem muitos outros com temas direcionados para adultos que poderão surtir um grande impacto no comportamento das crianças. De acordo com o relatório “Kaspersky Family”, 14% dos pais afirmou que os seus filhos foram expostos a conteúdos que os encorajou a ter comportamentos violentos ou inapropriados.

O novo estudo da Kaspersky, conduzido pela Arlington Research, revela que os europeus já sofriam de solidão muito antes da entrada em vigor das medidas de confinamento impostas pela COVID-19. De acordo com os dados apurados, também os portugueses já se sentiam sozinhos antes da pandemia – para alguns, o período de quarentena veio acentuar esta solidão. Com a crise pandémica ainda sem um fim previsto, as pessoas recorrem cada vez mais à tecnologia para se manterem ligadas aos seus entes queridos e combaterem a solidão.

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