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A Kaspersky, empresa multinacional de cibersegurança, e a INTERPOL assinaram um novo acordo por cinco anos que reforça a colaboração já existente entre ambas na luta contra o cibercrime em todo o mundo. Este segundo acordo entre as duas empresas segue-se àquele que foi assinado em 2014.

Hoje, dia 3 de julho, Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky, e Tim Morries, Diretor Executivo dos Serviços de Polícia na INTERPOL, assinaram um acordo sob o qual a Kaspersky fica responsável por oferecer à INTERPOL suporte ao nível de recursos humanos, formação e threat intelligence data relativos às mais recentes ciberameaças, reforçando assim as capacidades da empresa no que diz respeito à identificação de ciberameaças. A cerimónia onde o contrato foi assinado, teve lugar na INTERPOL World 2019, localizado, de momento, em Singapura.

Imagine que um colaborador abandona a empresa e faz uma cópia dos dados do banco ou dos dados confidenciais dos seus clientes. Quais seriam as consequências desta ação para a empresa? A desordem digital não é apenas uma preocupação para as empresas, mas também para os trabalhadores. Desta forma, a resposta é a prevenção e tudo passa pelos nossos hábitos diários.

Desta forma, a Kaspersky perguntou a trabalhadores por todo o mundo “quais são seus os hábitos de organização do frigorífico?” e verificou-se que essa organização pode ser um indicador de risco de segurança digital. A juntar a esta descoberta, 95% das pessoas que afirmou ter um frigorífico organizado ou ligeiramente organizado, também alegou ter uma vida digital organizada ou ligeiramente organizada.

Spam e phishing estão entre os vetores de ataque mais eficazes. Os hackers manipulam e exploram o comportamento humano, como a confiança das marcas, num processo conhecido como “engenharia social”. E as campanhas geralmente são bastante convincentes: os hackers utilizam sites falsos, quase idênticos à versão legal, que facilmente fazem as vítimas colocar os detalhes do seu cartão bancário, levando-as a pagar por um produto ou serviço que não existe.

O novo estudo "Uncharted territory: why consumers are still wary about adopting cryptocurrency”, realizado pela Kaspersky, revelou que a falta de conhecimento e confiança são os principais fatores que impedem os consumidores de utilizar as criptomoedas. Este estudo revela ainda que embora 29% das pessoas possuam algum conhecimento sobre criptomoedas e haja procura por esta tecnologia, apenas uma em dez (10%) compreende plenamente como é que elas funcionam.

O novo Centro de Transparência em Madrid está em total funcionamento desde o passado dia 14 de junho e convida todos os stakeholders de confiança a rever o seu código-fonte.

Nas instalações recentemente inauguradas, a Kaspersky proporciona aos governos e parceiros informação sobre os seus produtos e segurança, incluindo a documentação técnica necessária para uma avaliação externa num contexto seguro. Para além de ser possível rever o código-fonte, o centro também funciona como ponto de informação para se conhecer em maior detalhe as práticas de engenharia e processamento de dados da Kaspersky.

Em comparação com o ano passado,  as crianças estão a aproveitar os benefícios das compras online e estão a navegar – e, por vezes, a comprar - de uma maneira que provavelmente se vai tornar a única forma de fazer compras no futuro. Desta forma, os pais precisam de dar orientação aos seus filhos, de forma a garantir que eles tenham uma experiência online positiva, sem o risco de partilharem inadvertidamente informações pessoais ou informações bancárias com hackers e envolverem-se em potenciais fraudes de engenharia social que levam à perda de dinheiro. Desta forma, torna-se fundamental que os pais e outros adultos da família se mantenham atentos às principais mudanças no comportamento online das crianças.

De acordo com as estatísticas do estudo, o crescente interesse das crianças em sites de e-commerce é uma tendência mundial, mas a sua extensão varia em função da localização geográfica. A tabela abaixo revela que a maior fração (e também o maior crescimento) em pesquisas de compras online foi registada na Rússia e na CIS (23%), seguindo-se a América do Norte (15%), a Europa, o Médio Oriente (11%), a Ásia e a América Latina (9%).

A Kaspersky acaba de publicar as conclusões do seu mais recente relatório de Spam & Phishing relativo ao primeiro trimestre de 2019. Neste estudo destaca-se entre as várias conclusões o facto de Portugal ocupar o 4º lugar na lista de países com maior proporção de ataques de phishing com uma percentagem de 16.86%. De notar ainda um registo de um aumento dos ataques ao sector bancário.

A multinacional de cibersegurança, Kaspersky Lab apresenta-se agora apenas como Kaspersky e com uma nova missão focada em “Construir um mundo mais seguro”

Durante mais de duas décadas, a Kaspersky Lab tem oferecido as melhores soluções de segurança aos seus consumidores, procurando alcançar a sua missão de salvar o mundo. Uma vez que o mundo se tem tornado cada vez mais digital e global, a empresa foi além do seu trabalho no campo dos antivírus para se tornar líder na área da tecnologia com um portefólio avançado e abrangente no que diz respeito a soluções e serviços de segurança, incluindo produtos e tecnologias inovadoras, serviços cloud e uma posição de liderança mundial ao nível de Intelligence de ameças.

Apesar das consequências associadas ao facto de os dados privados serem utilizados de forma errada ou acabarem nas mãos erradas, um em cinco (18%) indivíduos facilmente sacrificaria a sua privacidade e partilhava os seus dados para receber algo gratuito em troca. Mais de um terço (39%) até aceitaria receber dinheiro em troca para dar acesso total aos seus dados pessoais a estranhos. Com os utilizadores da Internet a ceder facilmente as suas informações privadas por algo em troca, este tipo de comportamento pode levar a danos a longo prazo.

No passado dia 14 de maio, a Microsoft emitiu um patch para a sua vulnerabilidade “wormable” relacionada com o protocolo do ambiente de trabalho remoto (RDP), a qual acreditavam que seria facilmente explorada por hackers.

Desta forma, os investigadores da Kaspersky Lab desenvolveram com sucesso uma estratégia de deteção para esta vulnerabilidade. Esta estratégia está a ser disponibilizada aos profissionais dentro indústria de segurança para que outros possam criar as suas próprias estratégias de deteção.

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