É uma daquelas pessoas que sempre soube o que queria fazer desde que entrou na escola primária? Então é um exemplo único. Em 2018, os mais jovens estão cada vez mais a perguntar-se o que irão fazer no futuro, e um em cada dois inquiridos acha que a sua profissão ainda não existe, segundo um estudo realizado pela empresa de cibersegurança Kaspersky Lab.

A Huawei, líder global em telecomunicações, revela hoje que 59% das pessoas em Portugal evitam alguns dos locais mais bonitos e icónicos no estrangeiro quando estão de férias. Conduzido pela Huawei no seguimento do recente lançamento do Huawei P20 Pro (integra primeira câmara de lente tripla do mundo num smartphone), o estudo que contemplou mais de 1.000 pessoas revelou que a superlotação (27%), a luta para obter o ângulo certo ou iluminação ideal (19%) e a incapacidade de chegar perto (18%) foram identificados como os principais motivos pelos quais os portugueses não conseguem captar boas fotos dos monumentos turísticos mais amados na Europa.

Tanto as empresas mais pequenas como as que atravessam uma fase de rápido crescimento consideram as tecnologias cloud uma oportunidade para gerir os seus negócios de uma forma mais eficiente e rentável. Metade (50%) das empresas com menos de 50 colaboradores e 40% das organizações que têm entre 50 e 249, contam com trabalhadores que executam tarefas remotamente e necessitam de aceder a dados e aplicações através da cloud.

A IBM Security anunciou recentemente as conclusões de um estudo global que analisou o impacto financeiro das violações de dados nos resultados finais das empresas. Em geral, o estudo, realizado em 500 empresas de 15 países, concluiu que os custos ocultos das violações de dados – como a perda de negócio, impacto negativo na reputação da marca e o tempo gasto pelos colaboradores no esforço de recuperação dos dados – são difíceis e muito caros de gerir.

Os dados são da IDC e indicam que mercado mundial de wearables deverá alcançar os 124,9 milhões de unidades este ano, mais 8,2% que em 2017.

Apesar deste crescimento, o número que é esperado acaba por ser ligeiramente inferior ao conseguido no ano passado (10,3%), esperando-se que volte a crescer dois dígitos nos próximos três anos.

O estudo do Observador Cetelem eCommerce quis saber quais as maiores críticas dos consumidores nacionais ao comércio eletrónico. E entre os aspetos mais negativos mencionados, os grandes destaques vão mesmo para a dificuldade em fazer devoluções e o tempo de espera até à receção do produto, ambos apontados por 38% dos portugueses que fizeram comprasonline no último ano.

“Os pais devem salvaguardar os direitos de personalidade das crianças nas redes sociais, evitando divulgar fotografias dos próprios filhos e controlando as partilhas que estes fazem de alguns conteúdos”, defende um estudo de Rossana Martingo Cruz, professora da Escola de Direito da Universidade do Minho. 

O dia 17 de maio marca o Dia Mundial da Internet, uma data estabelecida pela ONU que visa fazer uma reflexão sobre as potencialidades e desafios das novas tecnologias na vida dos cidadãos.

Segundo dados obtidos por um estudo realizado pelo Portal da Queixa – a maior rede social de consumidores em Portugal – em parceria com a Nicequest, 86% dos portugueses conecta-se à Internet para procurar informações e, na maioria das vezes, a partir de casa, ficando o local de trabalho em segundo lugar. As mulheres e os jovens são os que mais se conectam à Internet. Os inquiridos afirmaram realizar uma média de 5 atividades na internet. O estudo atesta ainda que os consumidores usam, cada vez mais, a internet, nomeadamente, as redes sociais, para reclamar de uma marca ou serviço.

A Gartner afirma que o mercado de smartphones está a “quebrar” depois de se registar, pela primeira vez desde 2004, uma queda nas vendas.

Segundo a empresa consultora, durante o quarto trimestre de 2017 foram vendidos 408 milhões de dispositivos, menos 5,6% que no período homologo de 2016.

Num total de 104 mil testes realizados no último semestre de 2017 nos medidores de velocidade da nPerf, referência dos cibernautas nacionais neste âmbito, comprova-se que os consumidores portugueses usufruem de internet com uma velocidade média de download de 55 Mbps.

Os resultados deste barómetro divulgado pela nPerf ressaltam ainda uma grande disparidade na performance das operadoras ao nível da velocidade de upload, cuja média nacional é de 29 Mbps.

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