Google+
Especial
Obter para Microsoft
Escrito por João Fernandes a 31 julho 2010
 Nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de crianças que todos os dias se atrevem a explorar os espaços infinitos da Internet - um mundo criado por adultos para adultos. E cada vez mais surgem, se não intensas disputas, pelo menos dúvidas… devemos ou não permitir às crianças o uso da rede das redes?

A maioria dos investigadores, especialistas e simples utilizadores está convicta de que a resposta a esta pergunta é “sim”. Dizem que Internet permite às crianças estudar, desenvolver-se, aprender a usar a comunicação virtual, que a par da comunicação real, se transformou em parte indispensável da nossa vida. E é sobre este fundamento que se cria a Internet infantil “segura”, como espaços de função similar aos parques infantis no mundo real. Aqui as crianças podem relacionar-se com amigos da sua idade, jogar diversos jogos e até há locais parecidos a livros infantis. Contos, poesias, literatura para os mais pequenos e inclusive livros para pintar - tudo isto se pode encontrar nas estantes virtuais da Internet infantil. Para os mais pequenos utilizadores de Internet são criados sistemas de busca exclusivos que indicam apenas as páginas para crianças.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 25 junho 2010
 O spam, ou as mensagens de e-mail não desejadas, é ilegal em muitos países. Mas, então, porque é que se insiste em combatê-lo por vias técnicas e não legais? Este artigo fala sobre a legislação antispam sancionada em vários países e a sua eficácia. Também analisa o que podemos fazer para que essa legislação seja mais eficaz.

Cada utilizador da Internet e do correio electrónico está já bastante familiarizado com o spam. Afinal, o actual tráfego de e-mail contém cerca de 85 por cento de mensagens spam.

Não é, por isso, novidade que o spam pode causar sérios problemas, como o excessivo tráfego de correio, a sobrecarga dos servidores (que constitui uma verdadeira dor de cabeça para os fornecedores de serviços de email e para as redes locais corporativas), perda de tempo de trabalho do pessoal, que, embora não possa ser avaliada com exactidão, conduz a perdas financeiras consideráveis
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 26 maio 2010
 Os criadores dos banker Trojans que roubam informação confidencial, raramente são os mesmos indivíduos que efectivamente roubam o dinheiro. O modelo de negócio criminoso que se desenvolveu em torno deste tipo de malware é extremamente complexo.

Em primeiro lugar, grupos de ciber-criminosos encomendam Trojans personalizados com características específicas em fóruns especializados ou no mercado negro de malware. Podem mesmo alugar toda uma infra-estrutura necessária para distribuir o Trojan, seja por spam ou através de servidores de malware que utilizem técnicas de drive-by-download. Através desta técnica, os ficheiros podem ser automaticamente transferidos para os computadores explorando as falhas dos sistemas sem o conhecimento dos utilizadores. Após terem o Trojan em sua posse, distribuem-no entre os utilizadores da Internet para roubar os seus dados bancários, sendo o spam ou a infecção de páginas Web através da modificação do código-fonte, adicionando-lhe referências para um servidor malicioso, os métodos de distribuição mais comuns.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 08 maio 2010
 Seguros contra roubos, danos ou acidentes não são coisas fora do comum. De facto, pelo contrário - um certo nível de protecção elementar é indispensável para quem quiser dormir bem à noite. Embora este princípio também se aplique aos recursos digitais, a protecção destes está frequentemente muito longe de ser a norma.

Viver para o momento nem sempre se aplica àquilo que consideramos serem as coisas sérias da vida. Tendemos, por isso, a encarar esses momentos importantes com grande seriedade. Quando duas pessoas se casam, por exemplo, a data para fundir as suas contas bancárias e os seus assuntos administrativos, muitas vezes é escrita com letras grandes no calendário. Logo após o casamento, as apólices dos seguros dos carros dos noivos são fundidas e os bens comuns da agora nova família são segurados contra incêndio, inundação e roubos. A enorme necessidade deste tipo de protecção é confirmada pelas estatísticas da indústria de seguros, que mostram que os grupos seguradores estão ao lado de empresas de petróleo e gás e prestadores de serviços financeiros na lista das maiores corporações do mundo [1].
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 04 abril 2010
 Nos dias que correm, e por mais incómodo que seja, o spam tornou-se parte integrante da nossa vida quotidiana, e tal como muitas outras coisas, reflecte o que acontece na economia mundial. Em princípio, não é necessário abrir a pasta “a receber” do correio, e aí encontrar numerosas mensagens não desejadas, para confirmar a certeza desta tese. No entanto, se analisarmos o contexto geral, resulta evidente que os temas e as tendências de desenvolvimento do spam mantêm estreita relação com o panorama financeiro mundial.

Para entender esta correlação, e aceitá-la, é necessário, antes do mais, responder à pergunta: “O que é o spam?” Existe uma definição precisa e amplamente aceite: o spam é o correio anónimo, em massa e não desejado. No entanto, do ponto de vista do destinatário, não passa de lixo indesejável que congestiona a sua caixa de correio recebido.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 08 março 2010
 As complexas ameaças actuais

O actual panorama de ameaças é muito complexo. Os ciber-criminosos usam uma ampla variedade de ameaças para “sequestrar” computadores pessoais e, assim, ganhar dinheiro ilegalmente. Tais ameaças incluem Trojans de muitos tipos diferentes, worms, vírus e exploram códigos desenhados para activar malware que usa as vulnerabilidades do sistema operativo ou das aplicações. Os ciber-criminosos empregam ainda uma variedade de técnicas sofisticadas para esconder a actividade do malware ou para tornar mais difícil encontrar, analisar e detectar o código malicioso, aos pesquisadores antivírus.

Portanto, é fácil enquadrar o problema da criminalidade, e respectivas soluções, em termos meramente técnicos. Mas, estamos convictos que é igualmente essencial enfrentar os aspectos humanos do cibercrime.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 01 março 2010
 Os bancos responderam à ameaça dos banker Trojans melhorando a segurança online e os procedimentos de autenticação dos seus clientes. Consequentemente, as técnicas utilizadas por este tipo de malware para furtar informação têm vindo a tornar-se cada vez mais sofisticadas. O desenvolvimento dos teclados virtuais para autenticação dos utilizadores foi um passo importante para tornar estas páginas Web mais seguras, impedindo os keyloggers de registarem os dados introduzidos pelos utilizadores através dos seus teclados físicos.

No entanto, não demorou muito até que os criadores de malware desenvolvessem novas funcionalidades para os seus banker Trojans, acrescentando-lhes por exemplo capacidades de captura de movimentos do cursor dos ratos dos utilizadores, o que através de uma matriz representativa da página Web lhes permitia identificar quais as teclas virtuais premidas, ou ainda capacidades de captura dos ecrãs em vídeo, como acontece com o Trj/Banbra.DCY, permitindo aos criminosos visualizarem todos os dados de acesso online à conta bancária.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 12 fevereiro 2010
 Cerca de 75 por cento das crianças na Europa utilizam já a Internet. Embora a maioria dos pais sejam também eles utilizadores da Internet, muitas vezes - e ao contrário do que acontece noutras áreas da vida – ficam atrás dos seus filhos em termos de experiência. Existem, no entanto, medidas simples que todos podemos tomar para proteger os nossos filhos enquanto navegam.

Telemóveis, consolas de jogos e serviços da Internet: enquanto os adultos ainda andam às apalpadelas ou à procura dos seus óculos de leitura, já as crianças e jovens estão bem versados na sua utilização. E, como não têm medo da tecnologia, mergulham simplesmente de cabeça em águas onde os adultos temem entrar. É, porém, errado pensar que só porque o nosso filho de 10 anos consegue mostrar-nos como criar um álbum de fotos a partir das imagens da sua câmara digital, ele ou ela já é esperto o suficiente para evitar os perigos da Internet. É precisamente aqui que os pais, mesmo aqueles que não são técnicos, têm de entrar em cena.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 09 janeiro 2010
 Nos últimos tempos, muito se tem falado sobre os fornecedores de bens e serviços no mercado do cibercrime, especialmente no que se refere aos grandes senhores das botnets. No entanto, o papel dos compradores neste mercado é ainda mais importante.

São eles os que fazem os ataques massivos contra os utilizadores e obtêm acesso não autorizado aos dados e recursos dos computadores infectados.

Também são eles os que recebem os maiores lucros, ao roubar dinheiro electrónico e real dos cartões de crédito. Estes delinquentes costumam manter-se isolados e é raro que estejam relacionados com os delinquentes que criam os códigos maliciosos; frequentemente, são estes clientes de serviços ilegais quem tira mais proveito das botnets. As principais categorias de utilizadores de serviços cibercriminosos interessados nas botnets são os chamados carders, os extorsionários e a concorrência desleal.
Continuar...
Escrito por João Fernandes a 04 dezembro 2009
 Nos últimos anos escrevemos mais de uma vez sobre programas que não são o que parecem. Os exemplos mais representativos desses programas são os pseudo-antivírus que mostram mensagens sobre a detecção de programas nocivos mas que, na realidade, não encontram nem curam nada. A sua missão é completamente diferente: convencer o utilizador da existência de ameaças ao computador (que na realidade não existem) e levá-lo a gastar dinheiro pela activação do “produto antivírus”. Este tipo de programas, segundo a classificação da Kaspersky Lab, chama-se FraudTool e pertence à classe de RiskWare.

Estes programas estão muito divulgados, e a sua fama entre os burlões continua a crescer. Se, na primeira metade do ano de 2008, os especialistas da Kaspersky Lab detectaram mais de três mil antivírus falsos, no mesmo período de 2009 foram mais de 20 mil os detectados.
Continuar...
Newsletter
Newsletter
Usamos cookies para lhe dar a melhor experiência online. Ao usar o nosso website, está a concordar com o uso dos nossos cookies em concordância com a nossa política de privacidade. Saiba mais aqui.