A gestão das palavras-passe é uma das medidas de segurança mais essencial e, provavelmente, uma das mais chatas. As palavras-passe curtas são fáceis de memorizar, mas não são seguras; as maiores e mais seguras são difíceis de recordar (especialmente se forem utilizadas passwords diferentes). No caso dos smartphones, as passwords são ainda mais chatas: as mais seguras não só são difíceis de memorizar como também são difíceis de escrever nos pequenos teclados dos aparelhos.

Ainda que a maioria das pessoas admita valorizar mais as suas memórias que qualquer outro dado guardado nos seus dispositivos móveis, também é verdade que as venderia por uma quantia pequena. Esta é uma das conclusões de um estudo da Kaspersky Lab. Um inquérito deixou claro que para 49% das pessoas, fotos privadas e sensíveis são a informação mais preciosa que guardam, seguida por fotos dos seus filhos e parceiros. O facto de poderem perder essas memórias tão importantes é visto como um episódio mais stressante do que a possibilidade de um acidente de viação, que o final de uma relação amorosa ou com um amigo e familiar. Contudo, quando confrontados com a decisão de apagar os dados à troca de dinheiro, as pessoas prescindem destas recordações – por exemplo, fotografias - por qualquer coisa como 10,37€.

A Wintech esteve na passada semana em Lisboa para assistir ao lançamento da linha Gaming da Lenovo. Entre as inúmeras novidades, onde se destacam os novos computadores pensados para jogadores, foram também revelados alguns periféricos que complementam esta linha gaming a que a marca asiática Lenovo batizou de “Legion”.

A Lenovo tem primado pela criação continua de uma comunidade de jogadores, Legion, que ajuda a empresa a compreender melhor quais as funcionalidades que os gamers mais valorizam, sendo o objetivo final tornar o jogo melhor para os jogadores.

A Kaspersky Lab acaba de publicar os resultados de uma investigação realizada durante mais de um ano sobre a atividade de Lazarus, o famoso grupo de hackers alegadamente responsável pelo roubo de 81 milhões de dólares ao Banco Central do Bangladesh em 2016. Este roubo é considerado um dos maiores golpes cibernéticos realizados até hoje e as investigações realizadas posteriormente por diferentes empresas de segurança de IT, entre elas a Kaspersky Lab, atribuem a autoria a Lazarus, um famoso grupo de ciberespionagem responsável por uma série de ataques repetitivos e devastadores. Este grupo ficou conhecido em 2009 pelos ataques a empresas de produção, meios de comunicação e instituições financeiras de pelo menos 18 países.

Com uma antestreia reservada em Lisboa no Colombo na Sala Imax, a Wintech foi convidada a visualizar um dia antes da estreia oficial nos cinemas, o novo filme de Rupert Sanders (realizador de filmes como “A branca de neve e o Caçador”) “Ghost in a Shell”.

Neste filme, composto por um elenco de atores bastante conhecidos como é o caso de Scarlett Johansson, de filmes como Os vingadores, Pilou Asbæk, mais conhecido da serie a “Guerra dos Tronos” e o veterano japonês Takeshi Kitano somos levados a conhecer a história de Major.

Os especialistas da Kaspersky Lab investigaram os serviços de DDoS disponíveis no mercado negro e determinaram até onde este negócio ilegal avançou, assim como a dimensão da sua popularidade e rentabilidade. A notícia preocupante é a de que orquestrar um ataque do género pode custar cerca de $7 por hora, enquanto a empresa alvo pode perder milhares, ou mesmo milhões, de dólares.

O nível de serviços envolvidos para organizar um ataque DDoS no mercado negro não é muito diferente do necessário num negócio legal. A única diferença é que não existe contacto direto entre o fornecedor e o cliente. Os “fornecedores de serviço” oferecem um site onde os clientes, depois de se registarem, podem escolher os serviços de que precisam, pagar pelos mesmos e receber um relatório do ataque. Em alguns casos existe mesmo um programa para fidelização de clientes, com prémios ou pontos bónus por cada ataque.

A Kaspersky Lab, a empresa global de segurança cibernética que comemora 20 anos no mercado este ano, anunciou o lançamento do Earth 2050, um projeto multimédia interativo que acumula previsões sobre desenvolvimentos sociais e tecnológicos para os próximos 30 anos. A Kaspersky Lab quer saber como será o mundo num futuro não muito distante, para que mais bem possa entender os desafios que o futuro trará, e por isso associou-se a futurologistas como Ian Pearson, acrescentou as visões do futuro dos seus próprios investigadores e falou com artistas e cientistas para desenvolver uma visão realista do que aí vem. Os utilizadores podem ajudar a moldar esta visão do futuro estudando mais de 200 previsões online, e são convidados a apresentar as suas visões para serem incluídas no site.

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