A Sony teve a amabilidade de fazer chegar à Wintech o acesso antecipado ao jogo  “Uncharted: The Lost Legacy”.

Durante alguns dias tivemos hipótese de jogar a este titulo tão apetecido por parte dos fãs da consola PlayStation o que nos permitiu trazer, hoje, a nossa habitual análise.

“Uncharted : The Lost Legacy” representa uma nova história, isto depois dos estúdios da Naughty Dog terem descartado a possibilidade de Nathan Drake voltar numa nova aventura com desfecho que teve o “Uncharted 4: Thief´s End”.

Num exclusivo Playstation, a história passa-se 12 meses depois do 4 jogo ter terminado, Chloe Frazer, uma das protagonistas favoritas da saga, embarca numa nova aventura em busca de um artefacto indiano a Presa de Ganesh, para isso Chloe contrata Nadine Ross, ex-líder paramilitar do extinto grupo Shoreline, e apesar das diferenças, ambas terão de trabalhar em conjunto para se infiltrarem nos Ghats da Índia Ocidental para encontrar as ruínas do império Hoysala e recuperar a presa de Ganesh.

Esta tarefa não se apresenta fácil, pois o país atravessa uma grave guerra civil, liderada Asav, ex-funcionário do governo Indiano, que se torna um ativo rebelde e que começa, precisamente, por destruir monumentos culturais e religiosos, desenterrando tesouros de valor cultural. O facto de Nadine conhecer Asav por ter trabalhado com ele no passado leva a crer que será um ponto de partida para esta nova historia…

 

Jogabilidade

A jogabilidade não muda muito desde “Uncharted 4”, os movimentos de câmara são idênticos e apresentam-se bastante precisos. Na personagem principal, Chloe, os movimentos de luta corpo a corpo são diferentes de Nathan em comparação ao que acontecia nos jogos anteriores, e o facto de ter a ajuda de Nadien torna, praticamente, esta dupla imparável. No que diz respeito aos confrontos diretos continuamos com o modo furtivo posto a disposição no jogo anterior, bem como a possibilidade de recorrer à corda que Nathan usava para fazer a escalada. Os quebra-cabeças continuam desafiantes e muito criativos apesar de ser um jogo curto.

 

Gráficos e som

Em termos gráficos, testamos esta titulo com base numa resolução de 1080p e as diferenças para o jogo anterior são, praticamente, nulas, ou seja, está muito bem concebido, apesar que na versão de demonstração termos alguns “jogos” com as luzes ambientes no jogo que davam mais detalhe, e esse detalhe perdeu-se um pouco na versão jogada pela Wintech. Esta situação, espera-se, que seja ultrapassada com o lançamento das próximas atualizações do jogo. Na reprodução de vídeos tivemos necessidade de alterar algumas definições da TV para termos uma melhor qualidade gráfica, possivelmente devido ao aparelho usado TV ter uma taxa de cores infinita. Na realidade, esperamos mudar de opinião com a chegada do jogo na versão 4K. De salientar ainda que continuamos com aquela passagem de vídeo ao modo jogo tãoimperceptível que por vezes numa cena de tiros pode ser tão “surpreendente” e não nos apercebemos que já temos de entrar em acção!

No que ao som diz respeito, pouco mudou em relação ao último jogo, ou seja, continuamos a assistir a explosões muito definidas e surpreendentes, sendo complementadas com as vozes no nosso português, algo que é sempre de louvar em particular quando estão tão bem conseguidas.

 

Multiplayer

As novidades são mesmo o mundo aberto, ou o chamado Free-Roaming Explorer Space, apresentado assim o maior nível de roaming livre na história de toda a saga, um extenso ambiente nos Westerns Ghats leva-nos a subir para um 4x4 e a explorar zonas em ruínas apenas por diversão, alcançando assimobjetivos e varias missões secundárias opcionais. Com total liberdade vamos enfrentado desafiantes enigmas e descobrindo áreas secretas. Tal como Nathan, em todas as versões anteriores do jogo, apresentava o seu diário de bolso, Chloe esta um passo a frente nas tecnologias e tem um Smartphone com o qual podemos captar imagens e descobrir alguns detalhes para a continuação da historia. A versão Multiplayer estará disponível no dia do lançamento, porem os jogadores terão de ter o PlaystationPlus.

Aconselhamos vivamente a terem uma ligação por cabo pois os servidores vão estar muito congestionados e uma boa ligação será a chave para se “morrer” menos vezes.

 


Conclusão

Para finalizar, resta dizer que este novo jogo, não está dentro da mesma gama que o anterior visto que é considerado um DLC (com 50GB, o maior da Naughty Dog, se não for o maior da Playstation) do “Uncharted 4”, e para quem tem a versão Digital Deluxe não será cobrado o mesmo ganhando assim um “jogo” grátis. Infelizmente como já referimos é um jogo muito pequeno e isso deixa os fãs ansiosos por mais. Esperamos que a Naughty Dogs nos traga surpresas em breve.

No computo geral, podemos afirmar que este novo “Uncharted” se mantem ao nível dos antecessores, com os pontos forte na sua jogabilidade e som. De notar que, no que aos gráficos diz respeito, só os proprietários da PlayStation Pro (e obviamente de uma TV com 4K) poderão ter acesso à resolução 4K, o que acabará, por certo, por reforçar a qualidade deste titulo…

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Ler 567 vezes Modificado em Ago. 21, 2017

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