Recentemente foi revelado que um sofisticado malware, apelidado de VPNFilter, foi responsável por infetar mais de 500 mil routers e dispositivos um pouco por todo o mundo.

De acordo com a Cisco, o VPNFilter foi detetado em 54 países, no entanto o aumento de atividade na Ucrânia levou à conclusão que o malware foi criado pelos sistemas de inteligência russos para “baralhar” a Ucrânia antes da final da Liga dos Campeões no final de maio, ou antes das celebrações locais no final de junho.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) emitiu um alerta sobre a circulação de um e-mail, em nome da EDP, que de destina à obtenção ilegal de informação sensível dos utilizadores, num tradicional esquema de phishing.

O FBI detetou um ataque de hackers originário da Rússia, que ameaçava introduzir um "malware" que iria assumir o controlo dos routers domésticos.

O Centro Nacional de Cibersegurança recebeu, entretanto, uma notificação do FBI dando conta que um software malicioso poderia afetar os routers e recomendou às entidades públicas e privadas portuguesas que fizessem a reposição dos valores de fábrica dos equipamentos e, ao mesmo tempo, efetuassem atualizações às últimas versões.

Recentemente, investigadores da Kaspersky Lab receberam o que aparentava ser uma amostra de um malware desconhecido para Android. À primeira vista, o malware não parecia perigoso, mas apenas uma ferramenta simples e direta de ciberespionagem. Os investigadores decidiram investigar mais a fundo e depressa descobriram uma versão mais recente e sofisticada da mesma ameaça, a que chamaram ZooPark.

A Microsoft anunciou na passada semana que conseguiu evitar que fossem infetados mais de 500 mil computadores.

O ataque, segundo revelou a empresa norte-americana, tinha como “missão” infetar mais de meio milhão de computadores com recurso a um malware capaz de minerar criptomoedas.

O recente aumento do preço e popularidade das criptomoedas não atraiu só potenciais utilizadores; inspirou também cibercriminosos a encontrar novas e criativas maneiras de roubar as moedas virtuais. Estes esquemas não são exclusivos a PCs, afetando também a plataforma Android. A ESET descreve os ataques mais comuns deste tipo e sugere ainda boas práticas para os evitar.

Embora o mercado das criptomoedas esteja a atravessar um momento de altos e baixos, o aumento do valor da Bitcoin no ano passado teve um impacto significativo, não só na economia global, mas também no mundo da cibersegurança. Com as criptomoedas como alvo, os hackers começaram a utilizar software mineiro nos seus ataques já que, tal como o ransomware, é um modelo simples para ganharem dinheiro. Mas, ao contrário do ransomware, este modelo não prejudica diretamente os utilizadores e pode permanecer sem ser detetado por um longo período de tempo usando, silenciosamente, o computador do utilizador. Em setembro de 2017, a Kaspersky Lab registou um aumento de mineiros que se espalharam pelo mundo de forma muito ativa, prevendo o seu desenvolvimento. A última pesquisa revela que esse crescimento não só continuou, como também cresceu e se espalhou.

De acordo com o último Índice de Impacto Global de Ameaças da Check Point® Software Technologies Ltd., os ataques de criptojacking aumentaram em frequência durante o mês de dezembro. Os investigadores da Check Point descobriram que este tipo de ameaça afetou 55% das organizações a nível mundial no último mês de 2017, com dez variantes diferentes na lista das 100 famílias de malware mais populares. Através do criptojacking, os cibercriminosos tomam o controlo da CPU ou GPU da vítima e dos seus recursos informáticos para minar criptomoedas. 

A equipa de investigação da Check Point® Software Technologies Ltd. , o maior fabricante mundial especializado em cibersegurança, detetou um novo tipo de adware alojado no Google Play, a loja oficial de aplicações. O script suspeito, que se instala após o download de algumas destas aplicações, anula a decisão do utilizador de desativar os anúncios que são apresentados fora de um contexto legitimo. Além disso, em muitas das aplicações, oculta o seu ícone para impedir a sua eliminação. Trata-se de uma atividade puramente maliciosa, já que não tem outro propósito possível que não o de enganar o utilizador.

A HP está novamente “a braços” com uma acusação de que os seus computadores possuem instalado malware.

Segundo o investigador de segurança, conhecido como ZwClose, foi encontrado um keylogger em mais de 460 modelos de computadores portáteis HP. Ao que parece, este  malware está presente no ficheiro SynTP.sys, uma parte do driver Synaptics que, como é sabido, pertence ao software de configuração dos touchpads de inúmeros equipamentos e marcas de computadores portáteis.

Pág. 1 de 4

Sobre nós

Nascida em 2002, a Wintech é uma pagina web que reúne informações sobre tecnologia. Apresenta regularmente guias, análises, reportagens e artigos especiais de tudo o que rodeia o mundo tecnológico.

O nome Wintech surge com o objetivo de apresentar conteúdos relacionados com o Windows (Win) e também com tecnologia (tech).

Wintech TV

Newsletter

Receba as notícias no seu e-mail

Top